terça-feira, 21 de outubro de 2014

Taturanas

Com a chegada do verão é comum as pessoas descansarem na sombra das árvores, porém é preciso atenção redobrada ao sentar-se ou chegar perto das ameixeiras, araticum, abacateiro, pessegueiro, cedro, figueira-do-mato, goiabeira, ipê, pereira, plátano e seringueira. Os troncos destas árvores são os principais hospedeiros das taturanas, conhecidas cientificamente como lagartas do gênero Lonomia e que se desenvolvem nas épocas quentes do ano.
A temível taturana não assusta pelo tamanho, mede apenas entre 5 e 7 centímetros; mas tem o corpo coberto de cerdas em forma de “pinheirinhos”, de onde sai o veneno que já matou muitas pessoas no Brasil. Para tratar o efeito causado pelo veneno da taturana é usado o soro antilonômico.
Dor e a sensação de queimação no local do contato, inchaço e vermelhidão são as manifestações iniciais do contato com a taturana. Também podem ocorrer mal-estar, dor muscular, dor de cabeça e vômito até três dias após o contato, por isso a importância de buscar atendimento médico assim que o acidente acontecer.
Ao encontrar uma colônia de taturanas é muito importante que elas não sejam destruídas, pois a produção de soro depende da lagarta viva. O ideal é informar logo a EMATER para que os técnicos tomem os procedimentos necessários. A reportagem da Rádio Navegantes foi informada que as taturanas já teriam sido encontradas no município de Ronda Alta, por isso tome muito cuidado. Seguem algumas fotos para que você possa identificá-las:









Fonte: Rádio Comunitária Navegantes
Postado por: Claudinara Glienke

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