quinta-feira, 24 de maio de 2018

Jornal Comunitário - Rio Grande do Sul - Edição 1500, do dia 25 de Maio de 2018

Edição 1500, do dia 25 de Maio de 2018
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Um Jornal Comunitário de edição colaborativa, produzido pelas emissoras de Rádios Comunitárias do Estado do Rio Grande do Sul, seja você um correspondente da sua região, entre em contato pelos telefones Whatsapp 54 9611 0186 ou 54 3367 1351.


NA EDIÇÃO DE HOJE:

· Com ICMS de 30% sobre gasolina e 12% sobre diesel, governo do RS silencia sobre crise dos combustíveis.

· Prefeituras de 43 municípios fecham as portas nesta sexta-feira.

· Greve só termina com sanção de alíquota zero do PIS-Cofins, diz Abcam.

· “Pagamos um preço de gasolina como se não produzíssemos petróleo”, diz economista.

· Brasil recebe certificado de ampliação de área livre de febre aftosa com vacinação.

· Camomila conheça os benefícios desta pequena flor.
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Prefeitura de Três Palmeiras manifesta apoio a greve dos caminhoneiros

O Município de Três Palmeiras, através do prefeito em exercício, Lucas Pulter, emitiu nesta quarta-feira, dia 23, nota de apoio a greve dos caminhoneiros. O documento ressalta que essa luta não é apenas dos caminhoneiros, mas também do comércio, indústria, agropecuária, prestação de serviços e de toda a população, entendendo que o movimento é legítimo e justo.

Considerando a orientação da Federação dos Municípios do Estado (Famurs), a administração municipal também suspendeu as atividades desta sexta-feira, dia 25, em todas as secretarias, exceto saúde. As aulas nas escolas municipais também estão canceladas.

O encontro do programa municipal Mais Saúde nas Comunidades programado para ocorrer na tarde de sexta-feira, também está suspenso.

A orientação da administração aos servidores municipais é para que participem das manifestações ou permaneçam durante horário de expediente em seus locais de trabalho.

Adriana Friedrich
Assessora de Imprensa
Prefeitura Municipal
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Programa 141 24-05-2018 CEL São Lucas da Vila Progresso - Hebreus 10.25


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Jornal da Liberdade Edição 1994 de 24-05-2018

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Entrevista com o Prefeito Municipal Silvanio Antonio Dias falando sobre as Paralisações( Greve dos Caminhoneiros)


 Na manhã de hoje conversamos com o Prefeito municipal de Três Palmeiras Silvanio Antônio dias, em sua conversa o prefeito que se encontra em Brasília, por telefone manifestou seu apoio as manifestações que estão acontecendo em Três Palmeiras.

 No momento em que estávamos conversando com o prefeito recebemos a visita no estúdio da Rádio Liberdade do Presidente da ACI Giovane Spaner e do Sidemar de Oliveira, que também faz parte da ACI, eles entraram na roda de conversa convidando a comunidade a participar da Paralização que vai acontecer amanhã pela parte da tarde na 324 em Três Palmeiras. Ouça aqui a entrevista completa.



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Revendedores de gás registram falta de entrega no Rio Grande do Sul

Foto: André Avila / CP Memória
Revendedores de gás liquefeito de petróleo (GLP) em todo o Estado tem comunicado o Sindicato das Empresas Distribuidoras, Comercializadoras e Revendedoras de Gases em Geral do Rio Grande do Sul (Singasul) a falta do recebimento do combustível das distribuidoras.

Revendedores de GLP nas regiões Sul e Metropolitana registram falta total na entrega de gás pelas distribuidoras, informa o presidente do Singasul, Ronaldo Tonet. Em Bagé, Torres e Três Cachoeiras, alguns tem gás para apenas um dia de consumo.

Se continuar a greve dos caminhoneiros e o seu bloqueio no acesso e saída de veículos às bases das distribuidoras, localizadas no município de Canoas, em três dias começará a faltar gás, de forma geral, ao mercado consumidor, prevê Tonet.

Segundo dados do Singasul, o trânsito de caminhões de gás na avenida Antônio Frederico Ozanan, em Canoas, que dá acesso à base das seis distribuidoras (Ultragaz, Liquigás, Copagaz, Concigaz, SuperGasBras, e Nacional Gás) está sob bloqueio de caminhoneiros.

Frio eleva consumo em 20%

"Essa interrupção da avenida corta o abastecimento dos distribuidores e dos revendedores, que tem estoques para três dias, no máximo, e em alguns casos, quatro dias". A situação nesta quarta-feira não é crítica ao consumidor, mas preocupa. Conforme Tonet, "o consumo de gás subiu 20% devido o frio".

No Rio Grande do Sul cerca de seis mil empresas trabalham na revenda de GLP. O gás às distribuidoras no Estado chega pela Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), de Rio Grande até o terminal Niterói, no Guaíba e, por via rodoviária, da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (PR).

Fonte: Correio do Povo
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Caminhoneiros protestam em rodovias gaúchas pelo quarto de dia

Foto: Guilherme Testa
Desde o início da manhã, os caminhoneiros estão mobilizados às margens de rodovias gaúchas no quarto dia de protestos. As manifestações ocorrem em pelo menos 40 cidades, segundo o Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM). O protesto não impede o trânsito de veículos de passeio nas rodovias federais e estaduais, contudo afeta serviços essenciais, como transporte público: os ônibus de Porto Alegre estão circulando de forma emergencial - adotando a tabela de horários de sábado.

Alguns postos de combustíveis também estão sem gasolina e diesel. De acordo com o Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes no Estado do Rio Grande do Sul (Sulpetro), os municípios afetados são Três Coroas, Igrejinha, Erechim, Torres, Canguçu, Pelotas, Osório, Uruguaiana, Bagé, Encantando, Cachoeira do Sul, Caxias do Sul, Bento Gonçalves e Santa Vitória do Palmar. Essa última, inclusive, decretou estado de calamidade pública. Preocupados com a falta de combustível, muitos motoristas foram filas em postos que ainda têm o produto.

Já as revendedores de gás liquefeito de petróleo (GLP) também relatam a falta do recebimento do combustível das distribuidoras. As áreas mais afetadas são as regiões Sul e Metropolitana que registram falta total na entrega de gás pelas distribuidoras. Em Bagé, Torres e Três Cachoeiras, alguns têm gás para apenas um dia de consumo.

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Santa Vitória do Palmar decreta calamidade pública por falta de combustíveis

Motivo, segundo a administração municipal, é a consequência da mobilização dos caminhoneiros, que protestam pelo terceiro dia seguido contra a alta nos combustíveis.
A Prefeitura de Santa Vitória do Palmar, na Região Sul do Rio Grande do Sul, decretou situação de calamidade pública nesta quarta-feira (23). O motivo, segundo a administração municipal, é a consequência da mobilização dos caminhoneiros, que protestam pelo terceiro dia seguido contra a alta nos combustíveis.

A paralisação da categoria provoca falta do produto nos postos do município e de cidades vizinhas. Frentistas e donos dos estabelecimentos dizem que, por enquanto, ainda não existe previsão para o recebimento de gasolina.
A decisão do prefeito Wellington Bacelo (MDB) foi anunciada após uma reunião de emergência no gabinete, com os secretários municipais.

O decreto estabelece a suspensão temporária de alguns serviços, como as aulas da rede municipal. As atividades serão canceladas a partir do fim da tarde desta quarta (23) e só serão retomadas quando a situação estiver normalizada.

"Ressalta-se que serviços essenciais como a coleta de lixo e os serviços de hemodiálise, quimioterapia e o serviço de ambulância serão mantidos pelas secretarias de Obras e Serviços Urbanos e de Saúde, respectivamente", diz a nota enviada pelo Executivo.

Pela manhã, motoristas bloquearam o acesso à refinaria Alberto Pasqualini (Refap), em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, responsável pelo abastecimento de diversas cidades gaúchas e de outros estados do Sul do país. Motoristas eram abordados no acesso ao local, e orientados a não entrarem.

Fonte: G1/RS
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Caminhoneiros paralisam em Miraguaí

Foto: Rádio Planeta FM – 102.7
No terceiro dia de mobilização nacional em protesto contra a alta nos preços dos combustíveis, caminhoneiros fazem novas manifestações em rodovias no Rio Grande do Sul.

Em algumas cidades, como exemplo em Miraguaí os caminhoneiros iniciaram paralisação nesta quarta-feira, 23/05, com inúmeros caminhões de cargas estacionados no pátio do Posto Hermes localizado na ERS-330, no centro da cidade.

De acordo com o empresário Willian Costa da empresa Eco Trans, os preços dos combustíveis estão inviabilizando as atividades não somente para as empresas, como também para particulares com veículos de transportes.

Conforme dados apresentados por Wiliann num frete de Miraguaí a Rio Grande 60% resulta em gasto com diesel e 7% em pedágio.  Em um frete de ida para Rio Grande é pago cerca de R$ 2.997,00 e no frete de retorno R$ 2.146,00 totalizando R$ 5.143,00.  Desse total é gasto R$ 3.044,00 em óleo diesel e R$ 364,40 em pedágio de ida e volta. São 59,18% com gasto de óleo diesel e 7,08% em pedágio, destacou o empresário da empresa Eco Trans.

De acordo com o empresário de Miraguaí, Celso Hermes, nesta quinta-feira, dia 24/05, o movimento deverá ser intensificado em Miraguaí e na sexta-feira 25/05, a intenção é reunir além dos caminhoneiros os empresários e agricultores em um grande movimento na cidade.

Fonte: Rádio Planeta FM – 102.7
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Correios suspendem envio de Sedex por tempo indeterminado

Empresa informou que a suspensão do serviço ocorre em função da greve dos caminhoneiros

A paralisação dos caminhoneiros em mais de 20 estados atinge até as postagens nos Correios. A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos suspendeu temporariamente as postagens das encomendas com dia e hora marcados (Sedex 10, 12 e Hoje). Em comunicado, os Correios informaram que a paralisação também tem gerado “forte impacto” e atrasos nas operações da empresa em todo o país.

“Tendo em vista comprometer a distribuição, também haverá o acréscimo de dias no prazo de entrega dos serviços Sedex e PAC (entrega não expressa), bem como das correspondências enquanto perdurarem os efeitos desta greve”, diz o texto. No mesmo documento, os Correios informam que “toda a logística brasileira” sofre prejuízos em decorrência da paralisação dos caminhoneiros, iniciada na segunda-feira, 21.

Fonte: Agência Brasil
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Em apoio aos caminhoneiros, prefeituras fecharão as portas nesta sexta

Foto: Debora Theobald
A Associação dos Municípios da Zona da Produção (AMZOP), que representa 43 municípios da região, divulgou uma nota nesta quarta-feira, 23, assinada pelo seu presidente, Gilson de Carli, onde declara o apoio à greve dos caminhoneiros. O texto afirma que, como a luta pela redução do preço e dos impostos do combustível não é somente dos caminhoneiros, mas de diversos outros setores, as administrações municipais devem apoiar a manifestação. Em apoio ao protesto, as prefeituras estarão de portas fechadas nesta sexta-feira, 25. Leia o texto na íntegra abaixo!

Nota de apoio ao movimento dos caminhoneiros

A Associação dos Municípios da Zona da Produção – AMZOP, maior entidade representativa do municipalismo gaúcho, em nome dos seus 43 municípios, em face dos aumentos excessivos dos valores dos combustíveis nos últimos meses e diante dos grandes prejuízos causados ao setor produtivo Gaúcho e Brasileiro, manifesta-se a favor do movimento dos caminhoneiros, pela redução do preço e dos impostos incidentes sobre o óleo diesel.

Como o combustível impacta diretamente nos custos de transporte e de mecanização das atividades rurais, vocação da maioria dos municípios da nossa região, essa elevação tende a aumentar os preços finais dos alimentos, incidindo também no custo da manutenção da frota de máquinas rodoviárias e veículos dos municípios para a prestação de serviços as nossas comunidades.
O diesel é a principal ferramenta, é o carro chefe do progresso brasileiro, e o governo precisa se conscientizar que os derivados do petróleo, especialmente o diesel, são itens de primeira necessidade, uma questão de vanguarda nacional, pois sua elevação constante, afeta o cotidiano dos brasileiros.

É preciso mudar esta política de preços equivocada que prejudica a vida de todos. Considerando que essa luta não é apenas dos caminhoneiros, mas também do comércio, indústria, agropecuária, prestação de serviços e de toda a população, entendendo que o movimento é legítimo e justo, a AMZOP, decide:

-1º DECLARAR
apoio total e irrestrito ao movimento dos caminhoneiros;

-2º SOLIDÁRIA a este setor importante da economia brasileira, as Prefeituras Municipais da nossa região, estarão com as portas fechadas na próxima sexta-feira, dia 25 de maio de 2018.

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Frederico Westphalen: Motoristas de ônibus e universitários aderiram ao movimento de apoio a greve de caminhoneiros

Fotos: Ed Moreira
A exemplo do que aconteceu em 2015, os caminhoneiros começaram a se mobilizar durante essa semana. Nesta quarta-feira, 23, as manifestações se intensificaram em todo país, inclusive no Rio Grande do Sul. Em Frederico Westphalen, a categoria protestou parando os caminhões que trafegavam na BR-386. No início da noite os motoristas de ônibus, que transportam alunos de toda região para as universidades do município, aderiram ao movimento pacifico que reuniu centenas de pessoas às margens da rodovia.

Durante o ato, que durou cerca de aproximadamente 20 minutos, manifestantes reivindicaram a baixa do preço do combustível. Apoiador do movimento, o padre Gilmar Zachi, de Tenente Portela, concedeu uma benção aos presentes. Logo após, os ônibus foram liberados para encaminhar os passageiros até as respectivas universidades. Autoridades locais também estiveram no local em gesto de apoio. A Polícia Rodoviária Federal, posto de Seberi, esteve no local orientando o transito.

De acordo com os manifestantes, a paralisação não tem prazo para encerrar. Os motoristas paralisados convidam outros caminhoneiros a integrar a mobilização.  Até o momento desta publicação, não houve registro de interdição total do trafego, nem tentativa de bloqueio da rodovia.

Enquanto isso, em Frederico Westphalen, foi registrado filas de clientes nos postos de combustíveis, devido ao risco do término do produto nas bombas em decorrência da paralização. Ainda, a Associação dos Municípios da Zona da Produção (AMZOP), que representa 43 municípios da região, divulgou uma nota nesta quarta-feira, 23, declarando o apoio à greve dos caminhoneiros e, sendo assim, informou as prefeituras estarão de portas fechadas nesta sexta-feira, 25.



Fonte: O Alto Uruguai
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Crissiumal: Comerciantes e agricultores aderem ao movimento de caminhoneiros

Os coordenadores do manifesto contra o preço abusivo do combustível em Crissiumal confirmaram a reportagem do Guia Crissiumal que a manifestação terá prosseguimento nessa quinta-feira (23).

O manifesto foi iniciado por um grupo de caminhoneiros no início da tarde dessa quarta (23), porém logo recebeu o apoio de comerciantes e agricultores, que também se sentem prejudicados pela situação vívida pelo País.

A manifestação prosseguirá em Crissiumal até às 20 horas desta quarta, reiniciando na manhã de quinta. Se na quarta-feira o movimento foi mais de orientação aos condutores que passavam no local, o mesmo não deverá acontecer na quinta, quando os manifestantes pretendem bloquear a entrada de Crissiumal, nas imediações da Cotricampo, no encontro da Avenida Vitório de Zorzi com a ERS 207. Caminhões com cargas perecíveis (rações, leite, cargas vivas) irão ficar no local entre 30 e 40 minutos, já as outras cargas ficarão no local por mais tempo.

A organização pede que agricultores participem em grande número nessa quinta, estacionando seus implementos agrícolas no largo em frente a Mecânica do Ernani.

O terceiro dia de greve dos caminhoneiros foi marcado pelo acirramento do clima nos pontos de manifestação nas rodovias do Rio Grande do Sul. Ocorreram bloqueios para a passagem de caminhões e queimas de pneus em alguns trechos. A paralisação também tem trazido transtornos, como cargas que não conseguem chegar ao seu destino e estão gerando desabastecimentos de alimentos e combustíveis em algumas cidades.

Em Crissiumal o abastecimento de combustíveis ainda era normal até o final da tarde dessa quarta.

Fonte: Guia Crissiumal
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Governo pede trégua, mas reunião com caminhoneiros termina sem acordo

Temer pede três dias de suspensão das paralisações. Categoria não vai ceder
Representantes dos caminhoneiros deixaram a reunião desta quarta-feira, com ministros da Casa Civil, Transportes e Secretaria de Governo, afirmando que o governo não apresentou propostas que levem ao fim da paralisação da categoria, que já dura três dias. De acordo com o presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Bueno, um novo encontro ficou agendado para amanhã.

Em evento ocorrido ontem à tarde, também no Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer disse que pediu uma “trégua” de até três dias na paralisação. “Uma espécie de trégua para que em dois, três dias no máximo, pudéssemos encontrar uma solução satisfatória para os caminhoneiros e para o povo brasileiro”, disse.

Temer frisou que o governo vem trabalhando desde o início da semana para encontrar uma solução para a categoria. “Desde domingo estamos trabalhando nesse tema para dar tranquilidade, não só ao brasileiro, que não quer ver paralisado o abastecimento, mas também tentando encontrar uma solução que facilite a vida especialmente dos caminhoneiros”, completou.

A expectativa é que o governo apresente respostas às reivindicações. “Não houve nenhuma proposta efetiva que possamos levar para a categoria. A proposta deles foi pedir um prazo para nós para que eles se posicionem amanhã às 14h”, disse o presidente da CNTA. Segundo ele, a categoria não vai desmobilizar a paralisação antes de ter um compromisso real de soluções.

Aviso prévio
Diumar Bueno disse que as entidades representantes dos caminhoneiros alertaram o governo sobre a possibilidade de paralisação, mas não tiveram resposta. “O governo foi previamente avisado e não tomou nenhuma providência, não chamou ninguém da categoria para conversar e tentar estabelecer alguma coisa para que o movimento não acontecesse”, relatou.

As principais reivindicações dos caminhoneiros envolvem a redução de impostos sobre o preço do óleo diesel, como PIS/Cofins e ICMS e o fim da cobrança de pedágios dos caminhões que trafeguem vazios nas rodovias federais concedidas à iniciativa privada.

Participaram da reunião os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil),Valter Casimiro Silveira (Transportes), Carlos Marun (Secretaria de Governo) e o presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Mario Rodrigues. Do lado dos caminhoneiros, estiveram presentes representantes de dez entidades.

A paralisação, que completa três dias hoje, já provoca desabastecimento de mercadorias e combustíveis, além de problemas de trânsito e congestionamento. Também há relatos de reflexos na aviação civil.

Fonte: Agência Brasil
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Polícia Civil apura desmatamento irregular em Viadutos

Árvores centenárias e nativas de diversas espécies foram arrancadas


Na manhã desta quarta-feira, (23), a Polícia Civil da DP Viadutos, acompanhada do Fiscal Ambiental Municipal, em apuração a denuncia anônima, encontraram na localidade de Cordilheira da Vila Rica  dois grandes locais de desmatamento irregular, em duas propriedades diferentes, inclusive localizadas em área de preservação ambiental – APP.

Ao chegar no local não encontraram máquinas ou pessoas, porém se depararam com uma grande devastação,  arvores centenárias e nativas de diversas espécies estavam arrancadas espelhadas pelo local, já em outra parte a madeira já estava serrada e estocada pronta para possível comercialização.

Os proprietários irão responder criminalmente.

Fonte: Polícia Civil Viadutos
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Professores indígenas recebem capacitação para ensinar sobre segurança no trânsito

Formação busca trazer elementos pedagógicos que promovam adaptação das comunidades indígenas à segurança no trânsito
A ampliação da segurança nas áreas próximas de estradas é o objetivo da terceira etapa da formação de Educação para o Trânsito, destinada a professores de escolas indígenas, que acontece até sexta-feira (25), no auditório Paulo Freire, do Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff).

A iniciativa, que integra o Programa de Apoio à Retomada do Desenvolvimento do Rio Grande do Sul (Proredes Bird), busca ampliar a segurança nas áreas próximas de estradas que passam por obras de revitalização. Nesta edição, foram contemplados educadores indígenas de oito instituições de ensino, das regiões de Palmeira da Missões e Carazinho, que atenderão mais de 800 alunos nas comunidades.

A formação é promovida pelas secretarias da Educação (Seduc) e do Planejamento, Governança e Gestão (SPGG), e dos departamentos Estadual de Trânsito (Detran-RS) e Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer-RS).

Segundo a assessora do setor de Direitos Humanos da Seduc, Helena Martins, a formação traz elementos pedagógicos que promovam uma adaptação das comunidades indígenas ao regramento da segurança no trânsito. "Isto é algo que ainda não faz parte do cotidiano destas comunidades, então, aos poucos, vamos agregando informações que auxiliem no trabalho de conscientização dos perigos das estradas", explica.

De acordo com o professor Valdomir Farias, da Escola Cacique Syere, da região de Palmeira das Missões, esta é a primeira vez que recebe uma formação sobre trânsito. "Quero parabenizar o Estado por trabalhar e aperfeiçoar o tema com as nossas comunidades. As informações são muito valiosas para educar os nossos estudantes e impedir que ocorram acidentes", destaca.

Dinâmica
No decorrer do curso, serão abordados importantes aspectos sobre trânsito em palestras, oficinas e utilizando diferentes recursos pedagógicos, como contos de histórias, jogos, músicas, vídeos e assessoramento dos planos de trabalho de cada professor presente.

Fonte: AuOnline
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