quinta-feira, 12 de julho de 2018

Jornal Comunitário - Rio Grande do Sul - Edição 1534, do dia 13 de Julho de 2018

Edição 1534, do dia 13 de Julho de 2018
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Um Jornal Comunitário de edição colaborativa, produzido pelas emissoras de Rádios Comunitárias do Estado do Rio Grande do Sul, seja você um correspondente da sua região, entre em contato pelos telefones Whatsapp 54 9611 0186 ou 54 3367 1351.


NA EDIÇÃO DE HOJE:

Geremias Santos coordenador executivo da Abraço Brasil se pronuncia sobre a vitória das rádios comunitárias.
Consumidores reclamam do aumento no preço do leite e produtores dizem que recebem menos do que em 2017.
Especialistas defendem incentivo público à agricultura sustentável.
Inflação mais que triplicou para população de renda baixa em junho, segundo o IPEA.
INSS faz nova perícia e cancela o auxílio-doença de oito, de cada 10 beneficiários.
Mobilização popular freia privatização da Eletrobras.
Monsanto vai a julgamento nos EUA por agrotóxico cancerígeno.

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Programa 148 12-07-2018 CEL São Lucas da Vila Progresso - Salmo 3 e Jó 38.1-11


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Jornal da Liberdade Edição 2027 de 12-07-2018

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Consumidores reclamam do aumento no preço do leite e produtores dizem que recebem menos do que em 2017

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a elevação no valor contribuiu para que a cesta básica de Porto Alegre fosse a mais cara do país em junho.
O consumidor está pagando mais caro pelo leite. O aumento nos supermercados foi de 15% e, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese),o que contribuiu para que a cesta básica de Porto Alegre fosse a mais cara do país em junho.

"Está complicado para fazer o rancho, está cada mês mais caro", relata a dona de casa Valéria Andrade.

Enquanto os consumidores reclamam dos preços, os produtores alegam que estão recebendo menos pelo litro. A estiagem no início do ano foi determinante para a redução na produção de leite no Rio Grande do Sul. Na Região Sul do estado, a queda foi de pelo menos 15%.

"No verão, se faz a silagem, que é a fonte de volumoso de fibra, de energia, para ser usada agora no inverno e nós tivemos uma quebra muito grande na produção de silagem que está acarretando em problemas agora", afirma o veterinário da Emater Marcelo Souza.

Os agricultores ainda enfrentam outros problemas. As altas temperaturas e o excesso de umidade nos meses de abril e maio favoreceram o aparecimento de um fungo no plantio do azevém – principal fonte de proteína para os animais. Os produtores tiveram que fazer o replantio do pasto, o que gerou ainda mais custos nas propriedades.

Enquanto isso, o preço pago pelo litro do leite é menor que no mesmo período do ano passado. De R$ 1,13 passou para R$ 1,04.

"É o pior momento da atividade pelo qual a gente está passando. Na verdade, eu nunca tinha enfrentado uma situação tão difícil, tão complicada quanto essa", afirma o agricultor Cláudio Azevedo.

Complicado também para a indústria. Em uma cooperativa do estado, as máquinas funcionavam sete dias por semana e agora estão paradas.

"Também teve a questão da greve dos caminhoneiros. Por 10 dias a maioria das indústrias não conseguiu coletar todo o leite. Isso dá mais ou menos 25% do leite de maio, que ficou na fazenda. E como o leite é um produto perecível, ele não tem como ser estocado. Então, esse leite saiu do mercado e acabou desabastecendo os varejos", explica o responsável técnico da cooperativa, André Rocha.

Isso tudo provoca o efeito "cascata". Se o consumidor continua comprando e a oferta é pequena, a situação causa um aumento nos preços.

"É a lei da oferta e demanda. Uma diminuição na oferta do produto, principalmente no varejo, faz com que haja uma pressão de preços. Porque a procura se matém estável. Então, é a lei natural da economia", explica o economista Ezequiel Megiato.

Fonte: G1/RS
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Falta de vacinas contra a meningite deixa crianças sem imunização no interior do Rio Grande do Sul

Vacinação de crianças teve que ser interrompida por falta de doses nos postos de Saúde. Municípios dizem que tem solicitado ao estado o medicamento, mas não estão recebendo reposição.
Em Erechim, cerca de 100 crianças são vacinadas,
por mês, contra a meningite (Foto: Reprodução/RBS TV)
Municípios do interior do Rio Grande do Sul tiveram que interromper a vacinação contra a meningite, doença infecciosa que pode levar à morte. O motivo é a falta de doses do medicamento nos postos de saúde.

A vacina é uma das prioritárias na caderneta de vacinação e integra o calendário básico do Ministério da Saúde, e é indicada para bebes de três e cinco meses e para adolescentes, de 12 e 13 anos.

Em Bagé, na Região da Campanha, desde de junho, cerca de 150 crianças não puderam fazer a vacina da meningite. A Coordenadoria de Imunizações do município informou que pede todos os meses as doses, mas que a última remessa que recebeu foi no mês passado.

Nos postos de saúde faltam 450 doses da vacina. O município não teve nenhum caso da doença este ano, mas no ano passado foi registrado um caso.

No Noroeste do estado, a Coordenadoria de Saúde, que atende 22 cidades da região, recebeu doses pela última vez na semana passada. A quantia recebida foi bem abaixo do necessário e não deve durar por muito tempo nos estoques. De acordo com o setor responsável pelas imunizações, o Ministério da Saúde já havia avisado que o repasse ficaria abaixo do normal.

Na cidade de Santa Rosa as vacinas contra a meningite acabaram nas 17 unidades básicas de saúde. O município recomenda que os pais deixem o nome da criança e um contato da família junto ao posto do seu bairro para que sejam avisados assim que as doses chegarem.

Na região das missões, em Santo Ângelo, também está faltando vacina nas oito unidades básicas da cidade. A Secretaria de Saúde informou que esse mês o repasse para o município não foi feito. A orientação é que os pais liguem para o posto de saúde e conferiram se tem a dose.

Em Erechim falta vacina contra a meningite desde a última sexta-feira (6). A prefeitura estima que por mês, em média, 100 crianças façam a vacina da meningite na cidade.

Em compensação, cidades menores, do Norte do estado, como Mariano Moro e Severiano de Almeida, que tem menos de 5 mil habitantes, ainda tem vacina no estoque pra atender aos moradores.

Na Capital, o estoque também está reduzido, mas ainda há vacinas disponíveis. Por meio de nota, a Secretaria Estadual da Saúde disse que o estado vai receber do Ministério da Saúde novas doses nos próximos dias.

Nota da Secretaria Estadual de Saúde

Informamos que, no momento, estamos com um estoque reduzido da vacina meningocócica c, o que pode ocasionar faltas pontuais do insumo em algumas unidades de saúde. Informamos ainda, que o Estado está para receber, do Ministério da Saúde, novos quantitativos de estoque de rotina dessa vacina nos próximos dias.

Fonte: G1/RS
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Dois indivíduos são presos por furto em Alpestre

A Polícia Civil, em ação da Delegacia de Polícia de Planalto/14RP, na manhã desta quarta-feira, 11/07/2018, realizou Operação para prender uma dupla que realizou roubo em uma casa noturna na cidade de Planalto-RS. Na ocasião o proprietário foi gravemente ferido com golpes na cabeça. Após investigações, foram identificados os autores e representadas pelas prisões preventivas.

Segundo o delegado Ercílio Raulileu Carletti, titular da DP/Planalto/14RP, ocorreram buscas em outras quatro residências, sendo apreendido um "notbook" furtado do posto de saúde de Alpestre-RS. As prisões dos dois indivíduos (ambos com 21 anos de idade) se deram na cidade de Alpestre-RS, vizinha ao município de Planalto.

Além do roubo a casa noturna, são suspeitos de diversos furtos na região. Após os trâmites legais, os presos serão recolhidos ao Presídio Estadual de Iraí-RS. Foram empregados efetivos da Polícia Civil de Planalto, Alpestre, Ametista do Sul e Rodeio Bonito, além do apoio da BM de Planalto e Alpestre e POE de Frederico Westphalen. 

Fonte: Polícia Civil.
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1292 - 12 JULHO, QUINTA-FEIRA - EU SOU EU MESMO

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