segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A 3ª festa da uva de Três Palmeiras foi um sucesso



Aconteceu nesse ultimo final de semana no município de Três Palmeiras a 3ª Festa da Uva, com participação de toda a comunidade trespalmeirense e regional, foi um evento de verdadeiro sucesso para o município de Três Palmeiras.
Com inicio na ultima sexta feira, destacamos a programação que foi para a visitação aos quiosques dos expositores,abertura da festa com pronunciamento de autoridades presentes no local e também logo após foi realizado jantar italiano, apresentação do ctg Coxilha das Palmeiras e show/baile com o grupo Stela di Pietra com uma belíssima apresentação, seguindo a programação no sábado foi realizado também um jantar italiano e apresentação do ctg Coxilha das Palmeiras e logo após show baile com o grupo Ragazzi dei Monti, ontem domingo a tarde foi realizado apresentação das tarefas práticas pelas equipes da 2ª GINCANA COLONIAL, todas as equipes participantes estiveram apresentado o desfile temático e com certeza todos estão de parabéns pelas belíssimas apresentações e pelo esforço em participar. Logo após foi realizado o sorteio do primeiro festival de prêmios da associação comercial e industrial e Três palmeiras, encerou-se a programação da 3ª Festa da Uva com a entrega da premiação da 2ª GINCANA COLONIAL e encerramento das festividades da 3ª Festa da Uva.
A 3ª Festa da Uva foi verdadeiramente um sucesso e a comissão organizadora, todos que ajudaram e participaram estão de parabéns e o município de Três Palmeiras esta cada vez mais se destacando e mostrando as suas potencialidades.


POSTADO POR:ADRIANA FRIEDRICH
RÁDIO COMUNITÁRIA LIBERDADE FM 104,9
TRÊS PALMEIRAS-RS
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sábado, 22 de janeiro de 2011

GOVERNO DO ESTADO ASSINOU HOJE A ANISTIA DE DIVIDAS DOS PEQUENOS AGRICULTORES

Hoje pela parte da manhã aconteceu na cidade de Ronda Alta o ato onde o governador do estado do Rio Grande do Sul Tarso Genro assinou a lei de anistia das dividas dos pequenos agricultores. O evento contou com a presença de diversas autoridades e representantes de entidades do nosso estado.
O projeto de lei que anistia o pagamento de dividas dos pequenos agricultores foi aprovado na assembléia legislativa no dia 11 de janeiro e beneficia os pequenos agricultores e assentados da reforma agrária mutuários do RS Rural, FEAPER E FUNTERRA. As dividas foram contraídas ao longo de 20 anos e sofreram distorções de planos econômicos e taxas de juros, resultando em prestações incompatíveis com a renda dos pequenos agricultores. O valor total da divida é de R$ 62,7 milhões.
Recebido com muita alegria e admiração pela comunidade Ronda Altense e comunidade de toda a região o governador Tarso Genro destacou o seu primeiro projeto e destacou também a importância da agricultura familiar em nosso estado.

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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Formação de Jovens Rurais

Foi realizado no ultimo sábado na cidade de Jaboticaba mais uma etapa do curso de formação de jovens rurais, até o momento foram realizadas duas etapas da formação. Nesses encontros os participantes relatam as suas experiências suas expectativas e suas dificuldades.
Durante o encontro foram refletidos os seguintes temas:
O que o jovem camponês busca na sua vida?
Quais os maiores problemas que ele enfrenta?
Como sair desta situação?
Com participação de todo o grupo foi discutido esses temas e juntamente com pessoas que orientam foi compartilhado e refletido temas comuns de toda a sociedade.
O tema da formação é ‘um outro mundo é possível para a juventude camponesa’. Durante esse ano serão realizadas mais etapas e sempre será priorizada a participação e a formação do jovem que vive na roça.

POSTADO POR:ADRIANA FRIEDRICH
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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Via Campesina realiza campanha contra agrotóxicos

Os prejuízos causados à saúde com a utilização exagerada de agrotóxicos ainda são desconhecidos pela maioria da população e pouco discutidos pela sociedade. Por isso, mais de 20 entidades lançaram a Campanha Nacional contra o uso dos agrotóxicos.

A iniciativa teve como início o seminário contra o uso dos agrotóxicos, organizado pela Via Campesina, em parceria com a Fiocruz e a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, realizado em setembro, na ENFF. Na atividade os participantes fizeram um estudo sobre os impactos dos agrotóxicos na economia agrícola nacional, na saúde pública e no ambiente.

A partir dessas discussões, a campanha tirou como eixos de atuação informar a sociedade sobre os efeitos da utilização desse “agroveneno” e apresentar uma nova proposta para a agricultura.

Roseli de Sousa, da direção nacional do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e da Via Campesina, afirma que a meta da campanha é “denunciar esse modelo de produção agrícola, as causas desse veneno e alertar sobre quantas pessoas hoje estão doentes, sobretudo, com câncer, em função do uso desses venenos”.

A seguir, leia a entrevista concedida à Pagina do MST.

Como você avalia o seminário contra o uso dos agrotóxicos?

O seminário dos agrotóxicos foi um grande passo contra o uso exagerado de venenos na agricultura brasileira. O Brasil já é campeão em consumo de venenos, em consumo de agrotóxicos. Isso gera grandes danos à saúde da população. Nesse momento, em que há grandes avanços do agronegócio, o seminário foi de extrema importância, já que o veneno é parte desse modelo de desenvolvimento de agricultura. Além disso, conseguimos reunir quase 30 entidades e organizações de diversos setores da sociedade. Isso é um grande avanço na tentativa de conscientização contra esse modelo agrícola.

Quem são os maiores prejudicados pelo o uso do agrotóxico na agricultura brasileira?

Quem produz como os camponeses, os agricultores, os assentados sofrem um efeito maior porque está em contato direto com o veneno. Mas também a população em geral, que consome um produto que não é de boa qualidade, é o maior prejudicado. Assim, as doenças aumentam e aparecem cada vez mais. E quem lucra com isso tudo, sem dúvida, são as empresas.

Quais os objetivos da campanha?

O grande objetivo da nossa articulação contra o agrotóxico e do seminário em si é conseguir traçar um plano, uma estratégia de combate a esse modelo agrícola e ao grande uso de veneno no Brasil. A partir disso, essas articulação vai resultar na campanha nacional contra o agrotóxico no Brasil.

Como será realizada?

A nossa campanha terá dois eixos. O primeiro tem como meta denunciar esse modelo de produção agrícola, as causas desse veneno e alertar sobre quantas pessoas hoje estão doentes, sobretudo, com câncer, em função do uso desses venenos, além de como é que esse veneno tem sido uma das formas do agronegócio ganhar dinheiro. O que as empresas lucram vendendo o veneno é muito grande. Dessa forma, um dos eixos da campanha será a denúncia desse modelo.

E o segundo eixo da campanha?

Vamos anunciar o que queremos para a sociedade, dentro de um outro projeto de desenvolvimento para a agricultura. Assim, devemos almejar um desenvolvimento baseado na agroecologia, na agricultura saudável, na produção de alimentos para toda a população. Baseado também numa outra sociedade com outros tipos de valores, que valorize uma educação e uma saúde diferente. Certamente, a nossa campanha terá esses dois eixos: denúncia contra o modelo agronegócio e anúncio de qual sociedade nós queremos para o futuro.

Quais setores da sociedade podem se somar nessa luta?

Nós já temos engajados nessa luta os movimentos sociais da Via Campesina, centrais sindicais, setores das universidades, médicos, organizações não governamentais (ONGs). Tivemos também a presença muito importante da atriz Priscila Camargo no seminário. Ela representou os artistas e se colocou à disposição para ajudar a fazer esse grande debate no meio dos artistas.

Temos também o apoio da Fiocruz, sobretudo da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio da Fiocruz. Passaram pelo seminário diversos pensadores e professores, que nos ajudaram e que estão se engajando nesse debate. Nós queremos convidar não só esses, mas todos os setores da sociedade para fazer parte desse grande debate, dessa grande conscientização para de fato darmos um outro rumo para a nossa agricultura brasileira.

Como a sociedade pode se informar sobre o tema dos agrotóxicos e participar da campanha?

Em breve, nós teremos um site e um blog no ar. Os interessados também podem procurar nossos veículos de comunicação de apoio, como o Brasil de Fato, que vai elaborar matérias específicas sobre o tema, além dos movimentos sociais ligados à Via Campesina. Nos seus espaços de trabalho, de militância e de atuação, devem procurar informações sobre as causas dos venenos e ajudar nessa grande conscientização.

O dia 16 de outubro é o Dia Internacional dos Alimentos. É um dia também em que a gente quer fazer debates e ações contra esse modelo e a favor da produção saudável. Certamente, terão outros meios que, logo assim que a gente estruturar melhor a campanha, vai estar à disposição de toda a sociedade a fim de se somar a esse grande debate.

Quais serão as ações a serem realizadas no Dia Internacional dos Alimentos?

É tradição da Via Campesina Brasil e Internacional fazer grandes debates em torno dos alimentos saudáveis no dia 16 de outubro. Os estados e os movimentos nas suas regiões devem promover debates e ações. Vamos fazer também 5º Congresso da Coordenação Latino Americana de Organizações do Campo (CLOC), no Equador. Por isso, o dia 16 vai ser um dia de grande debate em toda a América Latina.

Qual a nossa tarefa para o próximo período?

Fica a grande tarefa de entender de fato quem são os grandes prejudicados com o uso de agrotóxico. Enquanto as empresas como a Bayer, a Monsanto, a Syngenta, além de outras, ganham tanto dinheiro, a população está condenada a morrer por doenças adquiridas em função do uso dos agrotóxicos. Neste contexto, o seminário representou passos que devem ser continuados.

Cada indivíduo desse país precisa fazer a sua parte. Cada um de nós precisa ajudar a desconstruir esse modelo de produção agrícola e construir outro modelo de sociedade, baseado na agroecologia, baseado na vida humana. Nós queremos uma agricultura camponesa que preserve os recursos naturais e que resgate as práticas camponesas de cultivo, que está comprometida hoje com o bem estar de quem produz e de quem consome o alimento. Nós só vamos ter um outro modelo de sociedade se conseguirmos fazer a Reforma Agrária.
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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Aprovada a anistia aos pequenos agricultores

A Assembleia Legislativa do Estado aprovou por unanimidade, nesta terça-feira (11), em sessão extraordinária, o PL 1/2011 que anistia de pagamento das dívidas de pequenos agricultores beneficiados nos programas de créditos do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais – FEAPER, do Fundo de Terras do Estado do Rio Grande do Sul – Funterra/RS e do Fundo Pró-rural 2000. A nova lei beneficiará 44.842 produtores em todo estado, atingindo a quantia de R$ 62.776.194,53.

O deputado Dionilso Marcon subiu à tribuna para afirmar o compromisso do governo Tarso Genro com os pequenos agricultores, com os pescadores, com os índios e com os quilombolas. No discurso, o parlamentar reiterou que o projeto de anistia atende às reivindicações dos movimentos sociais do campo, anistiando dívidas contraídas nos governos passados (Simon, Collares, Britto, Olívio e Rigotto). Marcon também lamentou que o governo Yeda, ao contrário do governo Tarso, tenha acionado e executado judicialmente esses agricultores, obrigando milhares de famílias a penhorar bens (geladeiras, maquinas de lavar etc) e até mesmo contratar advogados para que se defendessem das execuções judiciais.

Para o deputado Dionilso Marcon (PT), a iniciativa do governo Tarso Genro de anistiar os pequenos agricultores faz parte é uma reivindicação histórica do conjunto dos movimentos sociais do campo, e um dos compromissos assumidos por Tarso Genro na campanha ao governo do Estado. Segundo Marcon as dívidas são oriundas de créditos liberados ao longo de 20 anos, e sofreram distorções de planos econômicos, taxas de juros, resultando em prestações incompatíveis com a renda dos pequenos agricultores.



No dia 17 de dezembro o deputado Dionilso Marcon (PT) e deputado eleito Edegar Pretto (PT) estiveram reunidos com Tarso Genro para encaminhar uma solução para o endividamento dos agricultores familiares e assentados da reforma agrária mutuários do RS Rural, FEAPER e FUNTERRA. O governador Tarso Genro confirmou aos parlamentares que o projeto de anistia seria enviado ainda no mês de janeiro.

Marcon e Edegar Pretto ressaltaram que a liquidação das dívidas é de interesse dos agricultores, mas também é importante para o próprio Estado, que poderia colocar a sua estrutura para resolver outras questões na economia e na prestação dos serviços públicos. Os parlamentares afirmaram ainda que a anistia também traz uma grande economia para o Estado, haja vista que as medidas judiciais têm custo maior para o erário público, custo superior a isenção da dívida dos agricultores.

Confira os outros três projetos votados e aprovados na sessão extraordinária

Também foram aprovados mais três projetos enviados pelo governo. Com 35 votos favoráveis e 13 contrários, os parlamentares aprovaram, na sessão plenária extraordinária desta tarde (11), o PL 2/2011, do Poder Executivo, que altera a Lei nº 13.345, de 04 de janeiro de 2010, que fixa remuneração dos dirigentes de Autarquias e de Fundações Autárquicas do Estado. Outras três matérias ainda serão apreciadas hoje.

O segundo projeto aprovado na sessão extraordinária desta tarde (11) foi o PL 3/2011, após manifestações de diversos deputados. A matéria foi aprovada por 28 votos a favor e 18 contrários, com quatro emendas. O projeto propõe a extinção de 148 cargos em comissão e o aumento dos vencimentos de alguns CCs de chefia, como delegado regional de saúde, chefe de divisão, chefe de hospital, coordenador de programas, coordenador de projetos, delegado regional, gestor de fundos, chefe da casa de cultura Mário Quintana, chefe de instituição cultural e coordenador regional.

Os parlamentares aprovaram também na sessão plenária o PL 4/2011, do Poder Executivo, que vincula a Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro) à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio. A matéria foi aprovada por unanimidade.



Jornalista Responsável: Kiko Machado – MTBRS 9510

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