quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Jornal Comunitário - Rio Grande do Sul - Edição 1644, do dia 14 de dezembro de 2018

Edição 1644, do dia 14 de Dezembro de 2018
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NA EDIÇÃO DE HOJE:
Começa pagamento de abono do PIS para nascidos em dezembro.
Cai decisão que suspendia cobrança de multas pelo descumprimento da tabela do frete.
OIT recebe denúncia contra Estado brasileiro por violações de direitos trabalhistas.
População deve tomar cuidado em solo contaminado por metal pesado.
Fraude em placas no padrão Mercosul beneficiaria ao menos 55 empresas.
Inadimplência é um dos desafios para redução de juros no Brasil.

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Programa 170 13-12-2018 CEL São Lucas da Vila Progresso - Jeremias 20


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Jornal da Liberdade Edição 2124 de 13-12-2018

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1445 - 13 DEZEMBRO, QUI - COMO UMA PESSOA PODE DAR BONS FRUTOS

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Suspeito de envolvimento em assalto com reféns em banco em Trindade do Sul é preso

Um homem foi preso na tarde desta quarta-feira (12), suspeito de participar do assalto com reféns a duas agências bancárias em Trindade do Sul, no Norte do RS. A identidade não foi divulgada, nem qual teria sido o papel dele no crime. Duas pessoas foram feitas reféns e um cordão humano foi formado durante o assalto.

O suspeito foi localizado no limite entre Trindade do Sul e Liberato Salzano. Moradores relatam que cerca de seis criminosos teriam realizado o ataque. Eles teriam fugido por caminhos diferentes, em direção às cidades vizinhas de Liberato Salzano, Nonoai e Entre Rios do Sul.

Pelo menos seis viaturas da Brigada Militar foram mobilizadas nas buscas, além de um helicóptero, segundo o CRPO Planalto. Duas viaturas tiveram os pneus danificados por causa de miguelitos deixados no local pelos criminosos. O município tem cerca de 6 mil habitantes.

Fonte: G1/RS
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Três assaltantes morrem em confronto com a polícia no RS

Foto: Edgar Vaz/Rádio Caxias
O cerco promovido por diversas unidades da Brigada Militar (BM) resultou, na noite desta quarta-feira (12), na morte de três criminosos. Eles participaram de um assalto a duas residências na tarde de terça (11), em Mato Perso, interior de Flores da Cunha.

Após fugirem, os ladrões foram cercados, ainda na terça, em uma área de mata em Nova Petrópolis, na divisa com o distrito caxiense de Vila Cristina. Diversas unidades policiais, especialmente do 1º BPAT, 12º BPM, GATE, Grupamento Aéreo, Canil e Força Gaúcha, iniciaram as buscas.

Por volta de 22h50 desta quarta, dois dos procurados saíram do mato para um possível resgate, que seria feito por um veículo Palio vindo de Porto Alegre. Houve a abordagem policial e se seguiu um confronto sobre a ponte do Rio Caí, na BR-116. Os dois criminosos foram baleados nessa ação, e morreram no local. Duas mulheres, que tentariam fazer o resgate dos ladrões, foram detidas nas imediações. Com os assaltantes foram apreendidas duas pistolas.

Um pouco antes, outro bandido já havia sido morto nas proximidades. Ele havia atacado, durante a tarde, a casa de um morador, a 150m. da Linha Temerária. Ele exigia roupas e um carro, mas não teve sucesso, e fugiu ao perceber que a polícia estava na vizinhança. No entanto, durante a noite ele retornou, para tentar roubar uma bicicleta. O indivíduo foi surpreendido pela BM, e também morreu baleado.

Em princípio, mais um bandido estaria envolvido nos assaltos de terça, mas a presença desse quarto elemento não está confirmada pela BM. Ainda na terça, cinco armas e R$ 300 mil roubados das residências no interior já haviam sido recuperados pela polícia.

Abaixo você confere imagens exclusivas feitas pelo repórter Edgar Vaz, da Rádio Caxias, e que mostram o momento em que um veículo da Brigada Militar retorna para o ponto de encontro das forças que faziam o cerco. A caminhonete transportava os corpos dos três criminosos que morreram no confronto com a BM.

Fonte: Rádio Caxias
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Homem morre eletrocutado em rede de alta tensão em Coronel Bicaco

Por volta das 15 horas desta quarta-feira (12/12) um homem morreu eletrocutado em uma rede de alta tensão em um terreno próximo a BR 468, entrocamento com a estrada vicinal que liga a Santo Augusto.

Informações preliminares são de que um caminhão guincho estava fazendo a retirada de uma estrutura de uma caixa de água quando enroscou na rede elétrica, provocando a morte de um homem e ocasionando queimaduras em outro trabalhador que estava no local.

O homem que sofreu queimaduras de 2º e 3º grau e foi socorrido pela ambulância da Prefeitura de Coronel e encaminhado até o Hospital da cidade e logo após transferido para o Hospital de Tenente Portela.

Os nomes das vítimas ainda não foram revelados.

Aguardem mais informações.

Fonte: Observador Regional
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Mais de 40% dos jovens formados ocupam postos de menor qualificação

Pelo menos 44,2% dos jovens entre 24 a 35 anos formados no ensino superior exercem atualmente trabalhos que requerem menor qualificação do que a escolaridade adquirida. Em 2012, as taxa era de 38%.

Os dados foram divulgados a hoje (12) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), dentro da seção Mercado de Trabalho da Carta de Conjuntura do quarto trimestre de 2018.



O estudo, do Instituto de Pesquisa Econômico Aplicada (Ipea), A evolução da população ocupada com nível superior foi feito com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Segundo a técnica de Planejamento e Pesquisa do Ipea Maria Andrea Lameiras, o estudo mostra que a economia brasileira ainda não consegue gerar postos de trabalho compatíveis com o aumento da escolaridade da população. O percentual de brasileiros com nível superior passou de 10,2% em 2012 para 13,9% em 2018 e o número de trabalhadores com nível superior passou de 13,1 milhões para 19,4 milhões no mesmo período.

“Hoje temos uma população ocupada cada vez mais escolarizada, um momento forte no número dos que têm diploma universitário, mas um terço não consegue emprego compatível."

A proporção de trabalhadores com nível superior, que exercem função de menor qualificação, está em 38%, o maior índice da série histórica, iniciada em 2012, quando a taxa era de 33%.

Vagas
Segundo a técnica, com a crise econômica iniciada no final de 2014, diminuiu o número dos que conseguem cargo compatível com a escolarização e, consequentemente, eles tiram as vagas de quem não tem graduação.

"Hoje tenho uma gama grande de trabalhadores universitários que acabam tendo que desempenhar funções de escolaridade média ou até de escolaridade fundamental, porque não há emprego compatível com a graduação dele”.

A diferença salarial entre a população de nível superior ocupada em cargo compatível e a que exerce função abaixo de sua qualificação também aumentou no período.

Em 2012, a diferença era de 46% e no terceiro trimestre de 2018 subiu para 74%. “Ou seja, um trabalhador que tem um diploma e uma função compatível ganha 5.700 reais. E um trabalhador que também tem um diploma superior, mas que não tem emprego compatível, está ganhando R$ 3.200 reais.”

Mercado de Trabalho
O estudo também mostra que a recuperação do país está moderada. A taxa de desocupação caiu no trimestre móvel encerrado em outubro, ficando em 11,7%. Porém, houve aumento de 10,4% no número de pessoas subocupadas, que trabalham menos de 40 horas semanais, mas gostariam de trabalhar mais, chegando a 7 milhões, na comparação com o mesmo período de 2017. Aumentou também o número de pessoas que procuram trabalho a mais de dois anos, chegando a um quarto do total de 12,7 milhões dos desempregados.

O Ipea aponta que a recuperação da economia e do mercado de trabalho em 2018 ficou abaixo da expectativa, apesar da geração de 790 mil vagas com carteira assinada no ano.

Segundo a pesquisadora, o ano foi “muito conturbado”, com greve dos caminhoneiros, desvalorização do Real e eleições, que refletiram em falta de confiança no mercado para retomar o crescimento econômico e impediram que os efeitos da reforma trabalhista fossem sentidos no mercado de trabalho.

“Do final de 2014 para setembro de 2018 houve piora nos indicadores econômicos e no ano passado os números estabilizaram num patamar ruim." O mercado de trabalho é o último a entrar na crise e o último a retomar. Em 2015 a economia estava muito mal, mas o mercado de trabalho não. Quando a crise chega no mercado de trabalho piora tudo, o que ocorreu no final de 2015 para 2016. Quando os outros setores da economia voltam, demora a refletir no mercado de trabalho”.

Os dados mostram que a população economicamente ativa teve leve alta de 0,9 e a população ocupada aumentou 1,5% no trimestre terminado em setembro, o que leva a uma tendência de retração na desocupação.

O Ipea destaca que o nível de desemprego ainda está muito alto, assim como o desalento, ou seja, pessoas sem ocupação que não procuraram trabalho, que está em 4,37 milhões de brasileiros, um aumento de 10,6% em relação ao mesmo período de 2017. Isso corresponde a 2,7% da população em idade ativa. O número de trabalhadores sem carteira assinada aumentou 2,9% e o de trabalhadores por conta própria subiu 5,2% no trimestre.

A expetativa dos pesquisadores do Ipea para 2019 é de melhora no mercado de trabalho, mas para isso é necessário crescimento econômico mais forte.

Fonte: Agência Brasil
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Mais de 500 cidades têm risco de surto de doenças causadas pelo Aedes

Pelo menos 504 municípios brasileiros registram alto índice de infestação pelo Aedes aegypti e apresentam risco de surto para doenças transmitidas pelo vetor – incluindo dengue, zika e chikungunya.

Dados divulgados hoje (12) pelo Ministério da Saúde revelam que, das 5.358 cidades que realizam algum tipo de monitoramento do mosquito, 1.881 estão em situação de alerta, enquanto 2.628 apresentam índices considerados satisfatórios.

Capitais
O mapa da dengue, como é chamado o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), mostra que, das 27 capitais em todo o país, Palmas (TO), Boa Vista (RR), Cuiabá (MT) e Rio Branco (AC) estão em risco de surto não apenas de dengue, mas também de zika e chikungunya.

Outras 12 capitais, de acordo com o estudo, registram situação de alerta: Manaus (AM), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), São Luís (MA), Belém (PA), Vitória (ES), Salvador (BA), Porto Velho (RO), Goiânia (GO) e Campo Grande (MS).

Já Curitiba (PR), Teresina (PI), João Pessoa (PB), Florianópolis (SC), São Paulo (SP), Macapá (AP), Maceió (AL), Fortaleza (CE) e Aracaju (SE) têm índices considerados satisfatórios. Natal (RN) e Porto Alegre (RS) fizeram a coleta de dados por armadilha – metodologia utilizada quando a infestação pelo mosquito é muito baixa ou inexistente.

Criadouros
Além de identificar onde estão concentrados os focos do mosquito em cada município, o levantamento revela quais os principais tipos de criadouros por região. No Nordeste, por exemplo, o armazenamento de água no nível do solo (doméstico), como tonel, barril e tina, foi o principal tipo identificado.

No Sudeste, o maior número de depósitos encontrados foi em domicílio, caracterizados por vasos e frascos com água e pratos e garrafas retornáveis. Já nas regiões Centro-Oeste, Norte e Sul, predominou o lixo, como recipientes plásticos, garrafas PET, latas, sucatas e entulhos de construção.

Dengue
Dados do ministério apontam que, até 3 de dezembro, foram notificados 241.664 casos de dengue em todo o país – um pequeno aumento em relação ao mesmo período de 2017 (232.372 casos). A taxa de incidência, que considera a proporção de casos por habitantes, é de 115,9 casos para cada 100 mil habitantes.

Em relação ao número de óbitos causados pela doença, a queda é de 19,3% quando comparado ao mesmo período do ano anterior, passando de 176 mortes em 2017 para 142 neste ano.

Chikungunya
No mesmo período, foram notificados 84.294 casos de chikungunya no Brasil – uma redução de 54% em relação ao mesmo período de 2017 (184.344 casos). A taxa de incidência da doença é de 40,4 casos para cada 100 mil habitantes.

Em relação ao número de óbitos, a queda é de 81,6% quando comparado ao mesmo período do ano anterior, passando de 191 mortes em 2017 para 35 neste ano.

Zika
Os números mostram ainda que, até 3 de dezembro, foram notificados 8.024 casos de zika em todo o país – uma redução de 53% em relação ao mesmo período de 2017 (17.025 casos). A taxa de incidência é de 3,8 casos para cada 100 mil habitantes.

Este ano, foram registrados quatro óbitos causados pelo vírus Zika.
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OAB recomenda que Poder público retome o controle das penitenciárias

Segundo Lamachia é fundamental que o poder público retome a administração do sistema penitenciário brasileiro

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cláudio Lamachia, disse nesta terça (12) que a solução dos problemas de segurança no país não passam pela flexibilização do Estatuto do Desarmamento. Para Lamachia, o poder público tem de retomar o controle do sistema penitenciário, enfrentando o crime organizado, que domina os presídios brasileiros.

"Não é armando as pessoas que nós vamos resolver o problema da segurança pública”, afirmou. Lamachia fez referência ao ataque a fiéis na Catedral de Campinas, que deixou cinco mortos, incluindo o atirador Euler Fernando Grandolpho. “O que aconteceu ontem (11) em São Paulo é algo extremamente preocupante. O Brasil precisa também ter políticas efetivas para esse tipo de situação”, argumentou.

Lamachia participou do Fórum de Governadores, que discute segurança pública, na sede da OAB, em Brasília. “Não vejo que armar as pessoas como uma forma de solução ou de minimização dos problemas que estamos enfrentando na área da segurança pública. Entendo que o Brasil precisa de fato enfrentar a situação do sistema prisional”, afirmou.

Poder

Segundo Lamachia é fundamental que o poder público retome a administração do sistema penitenciário brasileiro. “Nós vimos ao longo dos últimos anos, de vários governos, uma falta de visão efetiva no sentido da gestão do sistema prisional brasileiro. Chegamos aonde chegamos. O crime começa exatamente por dentro dos presídios”, alertou.

Para o presidente da OAB, os presos, que deveriam estar sob o controle do Estado, estão comandando o crime organizado, com financiamento do poder público. “Ou seja, é inadmissível que nós tenhamos um sistema prisional que funcione como verdadeiro quartel general do crime organizado ou escritórios patrocinados pelo poder público para efetivamente administrar o crime organizado fora do presídio”, afirmou.

Lamachia disse que a OAB é contra a redução da maioridade penal. Para ele, essa medida pode inclusive agravar a situação do sistema penitenciário. “Se tivéssemos hoje a redução da maioridade penal para todos os crimes, estaríamos simplesmente colocando mais e mais pessoas dentro dos presídios”, disse. Segundo ele, presos de menor potencial ofensivo são cooptados pelas facções criminosas.

Fonte: Agência Brasil
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Conselhos aprovam Plano de Trabalho da Emater/RS-Ascar para 2019

O Plano Anual de Trabalho e a proposta orçamentária da Emater/RS e da Ascar para 2019 foram aprovados por unanimidade em Sessão Ordinária Conjunta, realizada na tarde desta terça-feira (11/12), que reuniu, no auditório da FEE, em Porto Alegre, integrantes do Conselho Técnico Administrativo (CTA) da Emater/RS e Conselho Administrativo (Conad) da Ascar, formados por representantes de diversas instituições públicas e privadas. A reunião foi coordenada por Carlos Joel da Silva, presidente dos Colegiados do CTA/Conad, e secretariada por Arno Léo Eick, assessor da Diretoria da Emater/RS.

“Os conselhos, cientes de suas responsabilidades para com a agricultura familiar, aprovaram o orçamento da Emater e da Ascar e discutiram as diretrizes para a Assistência Técnica e Extensão Rural e Social no RS”, avaliou o presidente da Emater/RS e superintendente geral da Ascar, Iberê de Mesquita Orsi.

Já o presidente do Colegiado CTA/Conad, Carlos Joel da Silva, que preside a Fetag, ressaltou que, “no momento que inicia um novo governo estadual, o Conselho está preocupado em fortalecer a Emater para o futuro”. Para ele, é preciso investir na infraestrutura, mas também na contratação de pessoas, “bem maior da Instituição e que fazem um ótimo trabalho”, avalia, ao defender a ampliação do número de técnicos no campo, principalmente nos municípios onde há apenas um extensionista.

“A proposta deste Colegiado é, assim que o novo governo estiver instalado, vamos organizar um amplo debate sobre a Emater do futuro, onde viabilizar os recursos para seguir crescendo no atendimento de qualidade que a Emater presta no meio rural”, anuncia Silva, ao destacar a relevância e a qualidade dos serviços de Aters prestados pela Instituição.

O secretário estadual de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), Tarcisio Minetto, destaca a importância do debate sobre o futuro da Emater/RS-Ascar, seu modelo e formato jurídico, para que o serviço de Extensão Rural e Social oficial do Estado seja mantido.

Para a representante da Secretaria Estadual da Saúde, Lúcia Beatriz Lopes Ferreira, chefe da Divisão de Vigilância Ambiental em Saúde do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), que trabalha em parceria com a Emater/RS-Ascar há 35 anos, além dos custos financeiros, “deve ser considerado o papel social da Emater, que para os municípios é muito importante”, defendeu.

Já o representante da Farsul, Clóvis Roberto Moreira, avalia a transversalidade do serviço de Extensão Rural prestado pela Emater/RS-Ascar e que envolve quase todas as secretariais estaduais. “O orçamento é uma questão de enfoque e a atuação da Emater tem que ser ampliada”, diz o representante do BRDE, Paulo Roberto da Silva, ao elogiar a gestão 2015/2018, que com esforço e dedicação promoveu a redução das despesas da Instituição.

Participaram da Sessão Ordinária Conjunta representantes do Banrisul, Ceasa, Coceargs, Federasul, CUT, Embrapa, Incra, Associação dos Servidores da Ascar/Emater (Asae) e secretariais do Governo do Estado.

Assescom/Emater/RS-Ascar
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