quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Jornal Comunitário - Rio Grande do Sul - Edição 1549, do dia 03 de Agosto de 2018

Edição 1549, do dia 03 de Agosto de 2018
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NA EDIÇÃO DE HOJE:
Cotas femininas na política dão espaço para discriminação racial.
Consumo de recursos naturais superou o que o mundo pode renovar no ano.
Prouni 2018 divulga resultado da lista de espera.
STF mantém idade mínima para ingresso no ensino fundamental.
MPT registra mais de mil denúncias de tráfico de trabalhadores.
Forças Armadas investem R$ 15 milhões na agricultura familiar.
Câncer de próstata tem novo tratamento aprovado pela Anvisa.



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Programa 151 02-08-2018 CEL São Lucas da Vila Progresso - Salmo 4.6-8


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Jornal da Liberdade Edição 2042 de 02-08-2018

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PF, Brigada Militar e Exército cumprem mandados de prisão em reserva indígena no Norte do RS

Investigação começou em março, depois que um indígena foi morto em um conflito dentro da reserva. Logo após, o sobrinho do prefeito de Benjamin Constant do Sul, Itacir Hochmann, foi morto quando passava de carro pela reserva.
Foto: Polícia Federal/Divulgação
A Polícia Federal, a Brigada Militar e o Exército cumprem 14 mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão na Reserva do Votouro, em Benjamin Constant do Sul, no Norte do Rio Grande do Sul, na manhã desta quinta-feira (2).

As investigações iniciaram em março quando um conflito na reserva deixou um índio morto e outras oito pessoas feridas. E maio, Natan Hochmann, de 21 anos, sobrinho do prefeito da cidade, Itacir Hochmann, foi morto quando passava de carro pela Reserva do Votouro. Segundo a polícia, o prefeito foi até o local depois do fato, onde foi mantido em cárcere privado e torturado por indígenas.

Os crimes investigados na Operação Terra Sem Lei são homicídio, tentativa de homicídio, incêndio criminoso, rixa qualificada, organização criminosa, cárcere privado e tortura. Participam da operação mais de 200 homens da Polícia Federal, da Brigada Militar e do Exército Brasileiro.

Fonte: G1/RS
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1313 - 02 AGOSTO, QUI - A ANSIEDADE E O PENSAMENTO ACELERADO, UMA BOMBA PARA A SAÚDE

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Armas e munições são apreendidas em cumprimento de mandado em Constantina

Por volta das 07h00min de terça-feira (31) a Brigada Militar de Constantina prestou apoio a Polícia Civil em Cumprimento de Mandado de Busca e Apreensão em uma propriedade rural na Linha São Marcos e em um Bar na área Central do município. A informação que se tinha é de que o proprietário estaria comercializando armas em uma propriedade rural e em um Estabelecimento Comercial na cidade.

Em busca no Estabelecimento comercial, foram encontrados 02 máquinas caça níqueis, 01 máquina de jogo do bicho, 01 caixa de papelão contendo R$ 54,00 com 01 ticket de jogo “centena 1p”, 01 celular sem marca aparente.

No interior do veículo Corolla de propriedade do acusado, foi encontrado um revólver cal .38, Marca Alfa além de 02 facas com bainha.

Na propriedade Rural na Linha São Marcos foram encontrados 01 Espingarda Taquari, 01 Espingarda cal.36, 01 Espingarda cal.36 Marca Boito com numeração suprimida, 01 Espingarda de pressão modificada para cal.22, 01 Espingarda cal. 36 sem numeração e sem marca; 01 Espingarda cal.12 marca Boito, 01 Pistola cal .380 marca Bersa, 01 espingarda cal.32 marca Boito; 46 munições de Espingarda cal.36, 31 munições de Espingarda cal.12, 04 munições cal.380, 51 munições cal.22, 25 espoletas, 02 frascos de pólvora, 02 frascos contendo chumbo, 01 limpador de cano, 05 medidores de pólvora, 1kg de chumbo, apetrechos para municiar cartuchos e extrator de espoletas.

Foi apreendido o veículo Toyota Corola, que no sistema encontrava-se com o Licenciamento Vencido desde 2011, as armas e objetos também foram apreendidos e apresentado juntamente com o acusado à Delegacia de Polícia para registro dos fatos.

Fonte: 39 Batalhão de Polícia Militar
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PRF apreende cigarro contrabandeado em meio a carga de óleo de soja na BR 285

A PRF apreendeu uma carga de cinco mil maços de cigarro contrabandeado do Paraguai no início da noite desta quarta-feira (1º), na BR 285 em Passo Fundo. O produto estava escondido em uma carreta, em meio a uma carga de óleo de soja.

A equipe da PRF realizava policiamento na rodovia quando abordou uma carreta Scania com placas de Bento Gonçalves. Ao verificar a documentação da carga, constataram que o veículo vinha do estado do Mato Grosso do Sul e estava carregado com cerca de 30 mil latas de óleo de soja com destino a Porto Alegre.

Os policiais decidiram realizar vistoria na carga e encontraram as caixas de cigarro escondidas entre os fardos de latas de óleo de cozinha.

O caminhoneiro, de 47 anos e morador de Marau/RS, disse que carregou a carreta em Campo Grande/MS, porém no meio do caminho parou em Mundo Novo/MS e carregou o cigarro. Segundo ele, o lucro que teria com o transporte do produto contrabandeado seria de dois mil reais.

O motorista foi preso em flagrante e encaminhado para registro da ocorrência na Polícia Federal. A carga e o veículo ficaram apreendidos.

Fonte: Polícia Rodoviária Federal
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Tiroteio resulta em um homem morto no Centro de Lajeado

Um tiroteio resultou em um homem morto no Centro de Lajeado. O fato se passou na esquina da rua João Batista de Melo com a Avenida Júlio de Castilhos, por volta das 10h30 de hoje (1º)..

Em um trabalho do setor de investigação da Polícia Civil, foi realizada a abordagem do veículo Fiesta, com placas de Bento Gonçalves, momento o qual foi percebido que o homem estava armado. Os agentes disparam contra o indivíduo que veio a óbito. Uma mulher e uma criança estavam dentro do veículo, mas saíram ilesas.

O morto foi identificado como Paulo Roberto do Nascimento (38), natural também de Bento Gonçalves. Ele residia em Lajeado há alguns meses e, tinha, condenação de mais de 21 anos por crimes de roubo em mandado expedido pela Comarca de Lajeado.

Como a ocorrência se passou no Centro do município, o IGP não foi acionado.

Às 11h30, um guincho já estava posicionado no local para realizar a retirada do veículo. A via foi liberada às 11h45.

Fonte: Grupo Independente
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Agência bancária fica destruída após furto em Erval Seco

Fotos: Cristiane Luza
Dois estouros romperam o silêncio da madrugada em Erval Seco, enquanto criminosos explodiam, em torno das 2h45 desta quarta-feira, 1º de agosto, a sala de autoatendimento do Banrisul, no Centro do município de pouco mais de 7,6 mil habitantes localizado no Norte do Rio Grande do Sul. Vizinhos relataram que o intervalo entre o primeiro e o segundo estrondo foi de cerca de dois minutos. A calçada ficou coberta de cacos de vidro, e o interior da agência, destruído. Com medo, ninguém quis gravar entrevista.

O Instituto-Geral de Perícias (IGP) esteve no local fazendo levantamento em busca de vestígios que possam auxiliar na apuração do caso. A delegada da Polícia Civil que está à frente da investigação, Aline Dequi Palma, informou que a corporação apurou que os autores do furto foram cinco homens, que portavam armas longas e fugiram em um veículo encontrado abandonado em uma estrada de chão batido no interior. Emplacado em Porto Alegre (RS), o automóvel Ford/Ka era clonado.

Policiais da Brigada Militar fizeram buscas, mas não localizaram os ladrões. Os profissionais apreenderam em vias que dão acesso à cidade miguelitos, pedaços de ferro retorcidos geralmente usados por bandidos para furar pneus de viaturas em caso de serem seguidos pela polícia.

Gerente do banco, Roberto Henrique Trentini disse que havia dois caixas eletrônicos e um deles ficou totalmente danificado. Os valores levados pelos assaltantes não foram divulgados. A orientação é que os usuários utilizem os dois pontos de atendimento disponíveis no comércio até que o serviço seja normalizado. “Já entramos em contato com o setor de engenharia do banco para reforma, em breve esperamos retomar as atividades”, afirmou.

Ainda no Norte do Estado, em Fontoura Xavier, ladrões explodiram outra agência do Banrisul na mesma madrugada. Segundo a Brigada Militar, eles chegaram a trocar tiros com policiais. Ninguém ficou ferido. O banco foi alvo de roubo em agosto do ano passado, quando moradores foram obrigados a formarem um cordão humano.



Fonte: Folha do Noroeste
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Mais de 125 anos de prisão para organização criminosa que adulterava leite

Os 16 réus, ligados à empresa Laticínios Mondaí, adicionavam produtos químicos perigosos para disfarçar má qualidade do leite e foram investigados pelo GAECO na Operação Leite Adulterado II.

Foram condenados os 16 integrantes de uma organização criminosa de Mondaí especializada na adulteração de leite bovino denunciada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) após investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) na Operação Leite Adulterado II, em 2014.

Os 16 réus foram denunciados pela Promotoria de Justiça da Comarca de Mondaí e condenados pelos crimes de organização criminosa, adulteração de alimento, falsidade ideológica ou crimes contra o consumidor, de acordo com a participação de cada um deles. As penas, se somadas, ultrapassam os 125 anos de prisão. As maiores penas foram aplicadas aos chefes da organização e sócios-proprietários da empresa: 16 anos e um mês de reclusão em regime inicial fechado para cada um.

Na ação, o Promotor de Justiça Fabrício Pinto Weiblen, que na época respondia pela Promotoria de Justiça de Mondaí, demonstrou que cada um dos denunciados tinha uma função específica na estrutura ordenada da organização: enquanto integrantes hierarquicamente superiores coordenavam e determinavam as atividades realizadas, gerentes e intermediários eram responsáveis por dirigir as práticas ilícitas que eram executadas pelos laboratoristas das plataformas.

Por seis meses o Ministério Público investigou, na Operação Leite Adulterado II, as atividades da empresa e verificou que, durante pelo menos seis anos, o leite destinado ao consumidor era adulterado, com a adição de produtos químicos ilícitos. Durante esse período, cerca de 400 mil litros de leite passavam pela empresa diariamente, em grande parte com adição de substâncias nocivas e proibidas.

O objetivo era mascarar a má qualidade do leite e dar maior durabilidade ao produto, prevenindo a ocorrência do leite ácido, cuja venda é proibida. Para aumentar a durabilidade, eram adicionados estabilizantes impróprios para o consumo, tais como soda cáustica e água oxigenada.

A organização criminosa

O comando da organização criminosa era exercido pelos sócios-proprietários da Laticínios Mondaí, Irineu Otto Bornhold e Vilson Claudenir Jesuíno Freire. Logo abaixo dos dois estava o gerente-geral Alexandre Pohlmann, principal diretor da organização. Era ele quem repassava as orientações dos proprietários para outras chefias intermediárias ou diretamente aos executores das tarefas.

Em seguida vinham Ricardo Maurício Pereira e Zenair Tonezer, que exerceram o controle da produção em épocas distintas e determinavam as medidas para mascarar a má qualidade e a utilização do leite em produtos próprios, assim como medidas para burlar a fiscalização. Genoir Costacurta, chefe de plataforma, recebia as orientações dos dois ou diretamente de Pohlmann e as repassava para os plataformistas/laboratoristas responsáveis pela execução, além de controlar o estoque de produtos químicos.

Também se reportavam diretamente ao gerente-geral os funcionários André Aires Chiesa, Daniel Borin e Willian Markwardt Arones. O primeiro coordenava a logística das cargas adulteradas a fim de evitar que fossem capturadas pela fiscalzização e, junto com Daniel Borin e Willian, era responsável pelo trânsito dos produtos químicos que ficavam escondidos na fazenda de Irineu até a empresa.

Por fim, vinham os laboratoristas, responsáveis por adicionar os produtos químicos ao leite. São eles: Cristiano Cecon, Daniel Strieder, Estefan Rodrigues Martins, Odirlei Polís, Sidnei Gaiardo, Marcelo Behling e Alex Junior Faguntes da Rosa.

O Juízo da Vara Única da Comarca de Mondaí reconheceu a autoria dos crimes atribuídos pelo MPSC e condenou os réus. Os réus que receberam penas inferiores a três anos as tiveram substituídas pelas medidas restritivas de direito de prestação de serviços comunitários e pagamento de prestação pecuniária. A decisão é passível de recurso.

O trabalho de investigação do leite adulterado é um dos exemplos de atuação permanente do MPSC na defesa dos direitos da sociedade. Nesse caso, o Ministério Público atuou em duas de suas áreas, a criminal e a defesa do consumidor.

A investigação foi possível graças ao Programa de Proteção Jurídico-Sanitário dos Consumidores de Produtos de Origem Animal (POA), coordenado pelo centro de Apoio Operacional do Consumidor do MPSC, que tem como objetivo a preservação da saúde dos consumidores de alimentos de origem animal, sobretudo de carnes e derivados.

Por meio desse programa, o MPSC firmou um acordo com órgãos de proteção sanitária e, sempre que uma irregularidade é identificada, as instituições são avisadas para trabalhar em parceria. No caso do leite, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA/SIF) pediu apoio do MPSC para conduzir as investigações em Santa Catarina.

A partir daí, o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), em conjunto com fiscais do MAPA/SIF, realizou as operações "Leite Adulterado I, II e III" a fim de combater a adulteração do leite destinado ao consumo humano.

Assessoria/MP/SC

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Nota de Pesar 20ª CRE


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