quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Dicas de Saúde apresentado pela Biomédica Suéle Rotta - Hipertensão Arterial

O programa Dicas de Saúde apresentado pela Biomédica Suéle Rotta do Laboratório Bioanálise, vai ao ar todas as quartas-feiras às 15:10 mint. 
A  Dica de Saúde do dia 26 de novembro de 2014, foi sobre a Hipertensão Arterial, confira em áudio o programa:











Fotos:Claudinara Glienke
Por:Elisete Bohrer
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Massa de Pizza











Ingredientes:
1 Copo de leite
1 e 1/2copo de farinha de trigo
1 Ovo inteiro
1/2 Colher de chá de fermento royal
2 Colheres de sopa de manteiga
2 Colheres de sopa de queijo parmesão ralado
Modo de Preparo:
Bater todos os ingredientes no liquidificador e deixar descansar por meia hora.
Untar a forma ou tabuleiro com manteiga e polvilhar com farinha de trigo
Despeje a massa e coloque o queijo parmesão por cima.
O Recheio fica por conta da imaginação de cada um.
Uma boa pedida é colocar presunto picado, tomate seco, anéis de cebola e azeitonas.
Fonte:Hora do Almoço 
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Motorista tenta desviar de cão e provoca acidente com morte

Colisão entre dois veículos ocorreu na BR 386, em Seberi
Uma pessoa morreu nesta quarta-feira após a colisão entre dois veículos no Km 47 da BR 386, em Seberi, no Norte do Estado. O motorista de um Ford Escort, com placas de Frederico Westphalen, tentou desviar de um cachorro que estava na pista quando bateu em um Pálio com placas de Seberi.
Jacírio Roque Zanata, 46 anos, que estava no banco do carona, morreu no local. As outras três pessoas que estavam nos veículos ficaram feridas e foram socorridas pelas viaturas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e pelo Corpo de Bombeiros. Elas foram encaminhadas para atendidas ao Hospital Pio XXII, de Seberi.
Fonte:Agostinho Piovesan
Postado por:Elisete Bohrer
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Informativo da Prefeitura Municipal de Três Palmeiras edição do dia 26 de novembro de 2014

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Programa Passos na Fé edição do dia 26 de novembro de 2014

Programa Passos na Fé,apresentado pela Pastora Daniela, da Comunidade Evangélica de Confissão Luterana da Vila Progresso, filiada á Paróquia Evangélica de Confissão Luterana de Xingu – IECL

Por:Elisete Bohrer
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Jornal da Liberdade Edição 1174 do Dia 26 de novembro de 2014

Destaque desta edição.
Mega-Sena pode pagar R$ 2,5 milhões nesta quarta-feira
27 de novembro é o Dia Nacional de Combate ao Câncer
Quarta-feira começa ensolarada e termina com chuva no Estado
Teste reprova cadeirinhas automotivas para crianças


Apresentado Por: Alcione Gondorek 
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Câmara da erva-mate debate medidas para fortalecer o setor

A Câmara Setorial da Erva-mate realizou reunião deliberativa nesta terça-feira (25). A inclusão da erva-mate na cesta básica e a fiscalização da produção estiveram entre as pautas em discussão. O encontro foi presidido pelo secretário da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Claudio Fioreze, e contou com presença dos presidentes do Ibramate, Alfeu Strapasson, do Sindimate, Sergio D'Alaqua, do coordenador da câmara da erva-mate, Carlos Silva, e do coordenador das câmaras temáticas da Seapa, Carlos Barbieri, além de representantes de entidades, Emater e Famurs.
De acordo com Carlos Silva, será sugerida ao Governo do Estado a criação de um grupo de trabalho, formado por entidades, técnicos das secretarias da Agricultura, Saúde, Fazenda e do Ministério da Agricultura, com o propósito de definir as atribuições de cada órgão e as metodologias de fiscalização no processo produtivo da erva-mate.
Outra ação, conforme Carlos Silva, será formalização por parte do Ibramate, junto à Seapa, de um pedido de inclusão da erva-mate na cesta básica. A utilização de produtos que tem como base a erva-mate na merenda escolar da rede estadual de ensino será discutida em reunião com a secretaria estadual de Educação, que deve ser agendada para as próximas semanas.
Sobre o preço de referência, de acordo com Alfeu Strapasson, a leitura do atual cenário apresenta um indicativo para a indústria entre R$ 13 e R$ 17 por arroba, porém, Strepasson adiantou que o tema deve ser aprofundado por meio de um estudo técnico. A ideia é chegar a um valor que contemple todos os elos da cadeia: produtor, indústria e consumidor.
Ao término da reunião, o presidente do Ibramate, elogiou as ações da Secretaria da Agricultura para o setor ervateiro. “A organização da cadeia produtiva é um divisor de águas. Nosso desafio é ampliar o que foi construído e dar continuidade nas políticas públicas que estão em desenvolvimento. Em três anos foi feito mais que toda a história da erva-mate”, afirmou Alfeu Strapasson.
O presidente do Sindimate ressaltou que a atenção assegurada ao setor permitiu avanços, que devem ter continuidade. “Foi o governo que melhor compreendeu o setor, permitindo sistematizar a cadeia produtiva, garantindo incentivos e políticas específicas para o setor. Podemos crescer mais, em alguns pontos ainda não avançamos, mas só tropeça quem caminha. E nós construímos a base para caminhar para um futuro melhor”, destacou Sergio D'Alaqua.
Carlos Silva detalhou que o diálogo com o setor viabilizou debater novas ideias e superar as dificuldades. “ Os seminários, as reuniões e os debates fortaleceram os laços de amizade com o setor. Fica como legado a retomada da câmara setorial como um espaço de construção e organização do setor ervateiro. Temos a certeza que mudamos o patamar e cumprimos nossos compromissos assumidos no início de nossa gestão”, enfatizou o coordenador da câmara setorial da erva-mate.
Claudio Fioreze agradeceu a participação de todos e defendeu mais uma vez a organização de todas as cadeias produtivas como principal marca do último período. “Trabalhar de forma coesa com os setores, permitiu para a Seapa retomar seu protagonismo na criação de programas e políticas públicas em todas as áreas. Sabemos que há muito para ser feito, porém as maiores safras de grãos da história do Rio Grande do Sul nos dão a certeza que avançamos e recolocamos nosso estado no caminho do crescimento”, argumentou Fioreze. ao final da reunião.
Texto: Ricardo Lopes
Postado por:Elisete Bohrer
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Programa Esportes Em Destaque Edição do Dia 26 de novembro de 2014

Apresentado Por: Olcinei  Echer


Postado Por: Alcione Gondorek
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Saiba como os deputados estaduais votaram no projeto que criou aposentadoria especial para eles próprios

Saiba como os deputados estaduais votaram no projeto que criou aposentadoria especial para eles próprios.
Decisão foi anunciada nesta tarde na Assembleia Legislativa Porto Alegre - Foi aprovado, na tarde desta terça-feira (25), o projeto de lei que cria o plano de aposentadoria dos deputados estaduais. Com 29 votos a favor e 14 contra, a decisão foi anunciada há pouco na Assembleia Legislativa.
O projeto de lei (PLC) 249/2014 trata do plano de seguridade social dos deputados, prevê pagamento integral da aposentadoria ao parlamentar que tiver 35 anos de exercício do mandato e completar 60 anos de idade. Uma das justificativas da proposta é que o plano já é pago a deputados federais. Assim, os deputados estaduais visavam um plano exclusivo e alegaram que a alteração não seria ilegal. O valor mínimo do benefício que receberão deve ficar em torno de R$ 2 mil.
Confira a lista de votação e a escolha de cada deputado:
PT
Adão Villaverde - não
Aldacir Oliboni - não
Altemir Tortelli - não
Ana Affonso - não
Daniel Bordignon - não
Edegar Pretto - não
Jeferson Fernandes - não Marisa Formolo - não Nelsinho Metalúrgico - não
Raul Pont - não
Stela Farias - não
Valdeci Oliveira - não
PMDB
Alexandre Postal - sim
Álvaro Boessio - sim
Edson Brum - sim
Gilberto Capoani - sim
Giovani Feltes - sim
Márcio Biolchi - sim
Maria Helena Sartori - sim
Nelson Harter - sim
PP
Adolfo Brito - sim
Ernani Polo - sim
Frederico Antunes - sim
João Fischer - sim
Pedro Westphalen - sim
Silvana Covatti - sim
PDT
Ciro Simoni - sim
Gerson Burmann - sim
Marlon Santos - sim
Vinícius Ribeiro - não
PTB
Aloísio Classmann - sim
José Sperotto - sim
Luis Augusto Lara - sim
Marcelo Moraes - sim
Ronaldo Santini - sim
PSDB
Adilson Troca - sim
Elisabete Felice - sim
Jorge Pozzobom - não
Zilá Breitenbach - sim
PSB
Miki Breier - sim
PPS
Paulo Odone - sim
DEM
Paulo Borges - sim
PCdoB
Raul Carrion - sim

Deputados que estiveram ausentes na votação:
Lucas Redecker (PSDB)
Catarina Paladini (PSB)
Juliana Brizola (PDT)
Gilmar Sossella (PDT)
Doutor Basegio (PDT)
Carlos Gomes (PRB)
Cassiá Carpes (SDD)
Heitor Schuch (PSB)
Luiz Fernando Mainardi (PT)
Mano Changes (PP)

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Tarso terá 15 dias para analisar projeto de aposentadoria dos deputados



Assembleia aprovou aposentadoria especial nesta terça | Foto: Marcelo Bertani / Divulgação AL / CP
O governador Tarso Genro (PT) terá 15 dias para analisar e decidir a posição do Poder Executivo acerca do projeto que cria a aposentadoria especial para os deputados estaduais gaúchos. O Projeto de Lei Complementar foi aprovado na tarde desta terça-feira por 29 votos a favor e 14 contra.

• Confira os votos de cada deputado
Votos favoráveis: 
BANCADA DO PMDB: Alexandre Postal (PMDB), Álvaro Boessio (PMDB), Edson Brum (PMDB), Gilberto Capoani (PMDB), Giovani Feltes (PMDB), Márcio Biolchi (PMDB), Maria Helena Sartori (PMDB), Nelson Harter (PMDB), 
BANCADA DO PP: Adolfo Brito (PP), Ernani Polo (PP), Frederico Antunes (PP), João Fischer (PP) , Pedro Westphalen (PP), Silvana Covatti (PP),
BANCADA DO PDT: Ciro Simoni (PDT), Gerson Burmann (PDT), Marlon Santos (PDT),
BANCADA DO PTB: Aloísio Classmann (PTB), José Sperotto (PTB), Luis Augusto Lara (PTB), Marcelo Moraes (PTB), Ronaldo Santini (PTB),
BANCADA DO PSDB: Adilson Troca (PSDB), Elisabete Felice (PSDB), Zilá Breitenbach (PSDB), 
BANCADA DO PSB: Miki Breier (PSB),
BANCADA DO PPS: Paulo Odone (PPS),
BANCADA DO DEM: Paulo Borges (DEM) 
BANCADA DO PCdoB: Raul Carrion (PCdoB).

Votaram contrários:
BANCADA DO PSDB:  Jorge Pozzobom (PSDB), 
BANCADA DO PDT: Vinicius Ribeiro (PDT) ,
BANCADA DO PT:  Adão Villaverde (PT), Aldacir Oliboni (PT), Altemir Tortelli (PT), Ana Affonso (PT), Daniel Bordignon (PT), Edegar Pretto (PT), Jeferson Fernandes (PT), Marisa Formolo (PT), Nelsinho Metalúrgico (PT), Raul Pont (PT), Stela Farias (PT) e Valdeci Oliveira (PT).

De saída do cargo, do qual se despede em 31 de dezembro próximo, Tarso terá três possibilidades: sancionar, vetar ou silenciar. Diante do veto ou do silêncio, a Assembleia poderá promulgar a lei por ato legislativo, mesmo sem a aprovação do governador.
Em entrevistas recentes, Tarso manifestou-se contra o projeto, no entanto não confirmou se vetaria. “Por princípio, eu sou contra qualquer aumento de despesa pública, que privilegie aposentadorias que estão fora do regime geral, ou que privilegie altos salários”, afirmou o governador, em entrevista à Rádio Guaíba na semana passada.
Diferente do que comumente ocorre em votações de impacto e alto interesse social em plenário, a tribuna da Assembleia não teve sequer um discurso em defesa do Projeto de Lei Complementar que tratava da aposentadoria. Nenhum dos parlamentares que votaram a favor subiu no púlpito para defender a proposta.
A única argumentação ouvida sobre o tema foi do deputado petista Raul Pont, que foi contrário ao projeto. “Nossa luta deveria ser pela melhoria da Previdência para todos os trabalhadores. Este é um projeto mal feito, que contém ilegalidades, fere a Constituição e enquanto envergonha o parlamento, porque é imoral. Somos representantes da população e não devemos votar em matérias pensando em benefício próprio, criticou Pont, que alertou que o PT estudará medidas jurídicas cabíveis.
Alguns líderes de bancadas aceitaram falar apenas em entrevistas reservadas a jornalistas. Paulo Odone (PPS) e Márcio Biolchi (PMDB) disseram acreditar que se trata da garantia de seguridade ao deputado e sua família mediante ausência do parlamentar por morte ou incapacidade. Já Frederico Antunes (PP) e Gerson Burmann (PDT) deixaram o plenário sem dar entrevistas.
Legislativo assumirá os custos
A aposentadoria especial dos parlamentares será custeada por contribuições de 13,25% sobre o subsídio dos deputados, que hoje corresponde R$ 20.042,34. A Assembleia pagará duas vezes esse percentual: 26,5% sobre o valor. A eventual diferença entre o valor necessário ao pagamento das aposentadorias e pensões e o valor das contribuições deverá sair de recursos próprios da Casa.
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Ações promovem conservação e uso sustentável da palmeira butiá no Pampa

Foto: Paulo Lanzetta
Paulo Lanzetta - Embrapa Clima Temperado dedica-se ao resgate da cultura do butiá há 10 anos, possuindo uma área experimental inserido no Branco de Germoplasma de Frutas Nativas. Das 20 espécies identificadas de butiá no Rio Grande do Sul, a Unidade de pesquisas tem foco de estudo em três variedades.
Embrapa Clima Temperado dedica-se ao resgate da cultura do butiá há 10 anos, possuindo uma área experimental inserido no Branco de Germoplasma de Frutas Nativas. Das 20 espécies identificadas de butiá no Rio Grande do Sul, a Unidade de pesquisas tem foco de estudo em três variedades.
Embrapa e parceiros trabalham com diversas espécies da palmeira butiá para promover sua produção e uso. São ações para valorização dos recursos genéticos nativos, uso sustentável de butiazais associado à pecuária extensiva, agregação de valor, identificação das propriedades funcionais e nutricionais do butiá, além de serviços ambientais proporcionados pelo ecossistema de butiazais. O assunto é tema do programa de rádio Prosa Rural, que vai ao ar esta semana em 160 rádios da Região Sul do país. 
 
Butiá é o nome que se dá um grupo de 18 espécies de palmeiras nativas da América do Sul, que ocorrem em uma ampla área do Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina. Ao longo dos anos, os butiazais tem sofrido com o impacto gerado pela expansão urbana, agrícola e pecuária. Para conservar a espécie, a Embrapa Clima Temperado, sediada em Pelotas/RS, trabalha em parceria com a Universidad de La Republica del Uruguay e com produtores de áreas rurais, com remanescentes de butiazais, para promover o uso sustentável no Pampa, em ambos os países.
 
As palmeiras de butiás são sinais da presenção da biodiversidade brasileira, em especial, na região Sul do país. Elas existem há décadas. Fazem parte dos cenários históricos desde o desbravamento das terras luso-brasileiras. As populações naturais dessas palmeiras são denominadas butiazais ou palmares.
 
A Embrapa tem incentivado o uso sustentável dos butiás, assim como novas formas de aproveitamento de seus subprodutos. Uma das formas de conservação é realizando a adoção de práticas de manutenção do campo natural. 
 
A colheita do fruto inicia-se em novembro e vai até o mês de março. Atualmente há aproveitamento dos seus subprodutos através do uso da palha da palmeira para o artesanado. 
 
Segundo o representante da Prefeitura de Giruá/RS, Ricardo Jurenick, há maior demanda do que oferta do produto. "Para maior divulgação e uso do butiá na culinária e no artesanato o entrave está na falta de legislação", defendeu. 
 
A Embrapa está colaborando com estudos sobre a composição físico-química do fruto e seus derivados, assim como na descrição e adoção de boas práticas agropecuárias à cultura do butiá como subsídio para formalização legal para que o fruto seja explorado comercialmente a nível nacional e internacional", explicou Rosa Lia.
 
Os butiazais ganharam cada vez mais espaço. Em abril, deste ano, foi realizada uma exposição fotográfica, a Vida no Butiazal, com 60 fotos, na Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre/RS. A exposição está sendo circulada em outros municípios no Estado e segue para o Uruguai, nos primeiros meses de 2015. E agora, em novembro próximo, também será lançado o Manual Boas Práticas de Manejo para o Extrativismo Sustentável do Butiá em parceria com a Universidad de La República del Uruguay. 

O programa de rádio 

Uma forma de conhecer o trabalho desenvolvido pela pesquisa agropecuária é acompanhar o programa de rádio Prosa Rural, que apresenta nesta semana, de 20 a 26 de outubro, a temática "Conservação e Uso Sustentável da Palmeira Butiá no Bioma Pampa".
 
O programa será veiculado por 160 emissoras dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Em Pelotas, o programa vai ao ar na Rádio Federal FM 107.9, na quarta-feira, dia 22,  às 6h. Os interessados podem ouvir ao vivo pelo wp.ufpel.edu.br/federalfm/. A reprise acontece aos sábados, às 7h. Outra alternativa é ouvir o programa no site do Prosa Rural.
Ouça o Programa:
 
A pesquisadora Rosa Lia Barbieri, conduz a pesquisa e indica algumas recomendações durante o programa radiofônico. Serão apresentadas áreas que tem de dedicado ao cultivo e recebido incentivo do poder público municipal, como o caso do município de Giruá, que organiza todos os anos a Festa do Butiá, promovendo a sua produção e uso. O programa de rádio traz ainda uma receita de Bolo de Butiá e uma história emocionante da Dona Nair Heller de Barros, proprietária da Fazenda São Miguel, de Tapes/RS. Ela trabalha há mais de 60 anos ao lado do marido e dos filhos com a cultura do arroz, criação de gado e manejo do butiazal. 
 
Cristiane Betemps (MTb 7418-RS)
Embrapa Clima Temperado

Telefone: (053) 3275-8215
Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/
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O Butiazeiro no Rio Grande do Sul


Integrada aos costumes gaúchos, está a cultura do butiá. Cultura essa, que cria expressões, dá nome a cidades e agrega renda aos produtores.
Data: 08/04/2014 

Butiá, Santa Vitória do Palmar, Palmares do Sul e Palmeira das Missões são cidades que fazem parte do cenário gaúcho. Mesmo que bem distantes, em comum em suas paisagens estão os butiazeiros, palmeiras, provedoras do butiá. Um fruto que tem diversas facetas, ora doce, ora ácido, ora amarelo, ora alaranjado, o butiá é uma alternativa para os produtores que podem aproveitar o fruto tanto para consumo in natura, como no processamento de bebidas e alimentos. Suas folhas, bem como suas fibras, ainda são muito usadas no artesanato. 

Foto: Paulo Lanzetta

Na Embrapa Clima Temperado, em Pelotas/RS, são estudadas cinco espécies desta planta. Dentro das espécies existem grandes variações, desde o formato da fruta nativa ao seu tamanho, cor e sabor. Atualmente na Unidade de pesquisas, está sendo realizado o mapeamento de populações naturais de butiazais e as variações genéticas existentes. A pesquisadora da Embrapa, Rosa Lía Barbieri, explica que os butiazeiros demoram de cinco a dez anos para produzir os primeiros cachos, porém, vale o investimento, já que estes podem passar de 100 anos e continuar a produzir. 

O butiá agrada ao produtor devido a seus vários usos. No Rio Grande do Sul, além da produção de sucos, sorvetes, bolos e doces, ainda é possível ver o butiá servindo de complemento para cachaça em bares do interior do Estado. Suas folhas e fibras, depois de secas, ainda podem servir para o artesanato. Bolsas, garrafas ornamentadas, caixas e até mesmo esculturas, podem ser construídas com partes “não comestíveis”da planta.

Foto: Paulo Lanzetta

Além de agradar o produtor, o butiá também agrada o consumidor: o fruto é saboroso, rico em carotenóides, precursores da vitamina A, possui altíssimos níveis de potássio e ferro, além de grande quantidade de vitamina C. 

O butiá, assim como a pitanga e o araçá, fazem parte da composição do cenário gaúcho. Essas e outras frutas nativas são apresentadas, em suas várias formas e usos, no VI Encontro sobre Pequenas Frutas e Frutas Nativas do Mercosul, que se realiza desta terça-feira, 8, a quinta-feira, 10 de abril, na Embrapa Clima Temperado (Rodovia BR 392 Km78 - Pelotas/RS). 

QuintaMartins

Foto: Paulo Lanzetta

Há sete anos, Ubirajara Martins decidiu fazer de seu hobby um empreendimento. Transformou seu pequeno sítio de lazer na região da Cascatinha, em Pelotas/RS, em um local de produção de frutas nativas, que seriam, mais tarde, processadas e transformadas em sucos e doces. Filho de produtores rurais e formado em administração há mais de trinta anos, ele sempre acreditou que toda propriedade pode produzir, independente de seu tamanho. 

Vindo de Rosário do Sul, cidade da Fronteira Oeste do Estado, Martins trabalhou na indústria de conservas por muitos anos até decidir se dedicar a seu hobby. Mesmo tendo uma empresa de comunicação empresarial, no momento, Ubirajara investe seu tempo somente na sua pequena agroindústria, nomeada de QuintaMartins. E garante: a receptividade de seu produto é excelente. Como os sucos e conservas são feitos sem conservantes e aromatizantes, Martins diz que sua aposta é em “qualidade de produtos”. 

A agroindústria de processamento de frutas nativas nasceu em conjunto com a Embrapa Clima Temperado, em Pelotas/RS. A ideia era explorar o potencial das frutas da região gaúcha de um jeito inovador, que não só despertasse a curiosidade de turistas, mas também dos próprios rio-grandenses.


Atualmente, Martins processa cerca mil quilos de butiá por ano, destinado somente a produção de néctares. Sua única reclamação quanto a fruta, é a dificuldade em encontrá-la em grandes quantidades. A produção de butiá da região de Pelotas é feita em quintais, o que dificulta o processamento do produto. O QuintaMartins fornece produtos para vários restaurantes e docerias de Pelotas, para o Rio de Janeiro, Porto Alegre, além de postos e paradouros com grande fluxo de turistas.
Redação: 
Ariadne Siqueira
Estágiaria - Embrapa Clima Temperado
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Jornal dos Trabalhadores - Rio Grande do Sul - Edição 621 do dia 26 de novembro de 2014

Ouça nesta edição:
1 em cada 3 mulheres no mundo já foram vítimas de violência;
Geração de energia solar pode ganhar incentivos fiscais;
Frigorífico é condenado por colocar a vida de trabalhadores em risco;
RS é o 4º maior exportador do país.

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