quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Jornal Comunitário - Rio Grande do Sul - Edição 1688, do dia 15 de fevereiro de 2019

Edição 1688, do dia 15 de Fevereiro de 2019
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Um Jornal Comunitário de edição colaborativa, produzido pelas emissoras de Rádios Comunitárias do Estado do Rio Grande do Sul, seja você um correspondente da sua região, entre em contato pelos telefones Whatsapp 54 9611 0186 ou 54 3367 1351.


NA EDIÇÃO DE HOJE
Estudo aponta necessidade de preservação de águas subterrâneas.
Relatório da OIT mostra que 2 bilhões de trabalhadores no mundo são informais.
Lei Kandir e importação de leite podem impactar economia gaúcha.
Importação de leite; como Paulo Guedes conseguiu desagradar MST e agronegócio.
Agricultores de Brumadinho temem não poder mais vender produção.
OMS alerta para possível 3ª onda de surto de febre amarela no Brasil.



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Programa 178 14-02-2019 CEL São Lucas da Vila Progresso - I João 2.1-6


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Jornal da Liberdade Edição 2173 de 14-02-2019

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Urna funerária de grupo pré-colonial é encontrada às margens do Rio Uruguai

Foto: Unochapecó/Divulgação
Na última semana, uma urna funerária que pertenceu a povos pré-coloniais foi escavada às margens do Rio Uruguai em Itapiranga, no Oeste catarinense. O trabalho foi feito pelo Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina (Ceom), da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó).

Segundo a coordenadora do Ceom, professora Miriam Carbonera, o objeto era de grupos conhecidos como tupiguarani ou guarani, que viveram na região entre mil e 500 anos atrás.


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Urna funerária de grupo pré-colonial é encontrada às margens do Rio Uruguai
 QUARTA-FEIRA, FEVEREIRO 13, 2019
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Urna funerária de grupo pré-colonial é encontrada às margens do Rio Uruguai no Oeste de SC. — Foto: Unochapecó/Divulgação
Na última semana, uma urna funerária que pertenceu a povos pré-coloniais foi escavada às margens do Rio Uruguai em Itapiranga, no Oeste catarinense. O trabalho foi feito pelo Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina (Ceom), da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó).

Segundo a coordenadora do Ceom, professora Miriam Carbonera, o objeto era de grupos conhecidos como tupiguarani ou guarani, que viveram na região entre mil e 500 anos atrás.

Trata-se de um conjunto funerário composto por uma urna de cerâmica lisa e um vaso de cerâmica com decoração, usado como tampa. Dentro, foram encontrados dentes, que indicam que se tratava de um jovem, disse a coordenadora.

A escavação foi concluída no fim de semana. Em dezembro, um homem lavrava a terra quando bateu com a máquina na tampa da urna. Conhecidos da coordenadora que ficaram sabendo do ocorrido comunicaram a ela. Em seguida, a professora pediu que não fosse feita a remoção completa.

No mês seguinte, a coordenadora conseguiu autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para fazer a escavação no local.

Esta é a terceira urna encontrada e escavada pela equipe do Ceom. Agora será feita a reconstituição no laboratório do órgão e posteriormente a análise do material. Depois, será publicado um artigo sobre o objeto, segundo a coordenadora.

Após esse processo, o conjunto funerário fará parte do acervo do Ceom e poderá ser utilizado para exposições e novas pesquisas.

Fonte: CLICRDC
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Homem que ameaçava se jogar de torre é resgatado por bombeiros em Três Passos

Um homem de cerca de 40 anos de idade, que ameaçou se jogar do alto de uma torre de telefonia, no centro de Três Passos, acabou sendo resgatado por integrantes do Corpo de Bombeiros. O fato aconteceu na manhã desta quarta-feira (13), na torre localizada em uma antiga estrutura da CRT, na rua General Osório.

Os bombeiros, com apoio da Brigada Militar, conseguiram conversar e o convenceram a descer da estrutura em segurança, acompanhando os profissionais. Logo após, ele foi encaminhado ao Hospital de Caridade.

O homem, que trabalha em uma distribuidora de bebidas, na cidade, posteriormente foi à Delegacia de Polícia, onde registrou que está sendo ameaçado por duas pessoas. A última ameaça da dupla teria ocorrido na terça-feira, em uma agência bancária. A família confirmou à nossa reportagem que o motivo principal para o ato de hoje foram as constantes ameaças que vêm recebendo, sem detalhar as causas.

Ele já está na casa de familiares e foi medicado, principalmente com tranquilizantes.

Fonte: Rádio Alto Uruguai
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Acidente envolvendo cinco caminhões causa bloqueio na BR-116

Um acidente envolvendo cinco caminhões causou bloqueio na BR-116, em Novo Hamburgo, na Região Metropolitana de Porto Alegre, no início da manhã desta quinta-feira (14). O trânsito ficou totalmente interrompido no km 234, no sentido Interior-Capital. A rodovia foi liberada por volta das 8h.

Três homens ficaram feridos. Eles estão sendo atendidos no Hospital Geral do município. Um deles está em estado mais grave. Os outros dois estão com lesões leves.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o primeiro caminhão estaria em pane mecânica e parou na pista. O segundo veículo teria conseguido frear antes de bater, mas, na sequência, vieram mais três caminhões e ocorreu o engavetamento.

O ajudante Vanderlei Kaifer conta que teve que tirar colegas das ferragens do caminhão. "Foi difícil. Uns 45 minutos para tirar ele. Ele estava nas ferragens, os dois estavam nas ferragens, com o joelho encostado contra o assento, não deu para tirar, só com alavanca. O motorista conseguiu se salvar porque se encolheu", afirma.

Fonte: G1/RS
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Número de mortes no trânsito cai 7,6% em um ano, apontam dados do Detran

Fotos: Detran/RS
O Rio Grande do Sul registrou queda de 7,6% no número de óbitos em decorrência do trânsito em 2018. Houve 1.612 mortes, ante as 1.745 do ano anterior. As rodovias responderam por 64% das ocorrências, seguidas das vias municipais, 36%. Os dados foram divulgados pelo Detran nesta quarta-feira (13).

Com relação às vítimas, a faixa entre 21 e 29 anos foi a mais atingida, com 20% do total de mortes. Também é possível separar por participação: 29% eram condutores; 24%, motociclistas; e 20%, pedestres.
O Detran atribui a redução da acidentalidade, em parte, ao esforço feito na Década de Ação pela Segurança no Trânsito (2011-2020). Entre as iniciativas que contribuíram para a redução, estão operações de fiscalização como Balada Segura e Viagem Segura, além de ações de educação para o trânsito.

Desde 2015 o Estado tem conseguido superar o índice de redução proposto pela Década de Ação pela Segurança no Trânsito, da Organização Mundial da Saúde (OMS), da qual o Brasil é signatário. A iniciativa tem como foco a redução, em 2020, de 50% de vítimas fatais a partir de projeção linear feita com base nos dados dos anos anteriores.
De acordo com esse cálculo, em 2018 poderiam ocorrer 3.017 óbitos e o objetivo seria a redução para 1.702. O RS conseguiu terminar o ano com resultado abaixo da projeção: 1.612. “Não podemos comemorar porque estamos falando da perda de vidas. Porém podemos vislumbrar o resultado do nosso trabalho e de toda a sociedade na construção de um trânsito mais seguro”, afirma o diretor-geral do Detran, Paulo Roberto Kopschina.
Lançada em maio de 2011, a Década de Ação pela Segurança no Trânsito tem o objetivo de reduzir acidentes, que matam cerca de 1,3 milhão de pessoas por ano (conforme a Organização das Nações Unidas), sendo a nona causa de mortes em todo o mundo.

A OMS coordena os esforços e apoia iniciativas como a redução da alcoolemia (álcool no organismo) entre motoristas, uso de itens de segurança e melhoria no atendimento de emergência.

Detran/RS
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Governo lança plano para garantir segurança de barragens no RS

Foto: Gustavo Mansur / Palácio Piratini
Em reunião realizada nesta quarta-feira (13) no Palácio Piratini, o secretário do Meio Ambiente e Infraestrutura, Artur Lemos Júnior, apresentou ao governador Eduardo Leite um plano de ações, com medidas preventivas para garantir a segurança das barragens no Rio Grande do Sul.

O plano de trabalho foi elaborado após pedido do governador, encaminhado logo após o rompimento de barragem em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG), dia 25 de janeiro. O objetivo é prevenir impactos ambientais e econômicos, além de melhorar a gestão das barragens no RS.

O conteúdo, com informações sobre a situação dos reservatórios gaúchos, prevê ações de curto, médio e longo prazo, a serem adotadas a partir da próxima semana. “Eventos como o de Brumadinho, assim como de Mariana, devem ter apuração de responsabilidades, apoio às famílias e também lições para que tragédias não repitam. Por isso, determinei ao secretário Artur Lemos que estabelecesse um plano de trabalho com todas ações a serem tomadas no RS e com o respectivo cronograma, de forma a garantir a segurança das barragens existentes no nosso Estado”, afirmou Leite.

Lemos e a equipe da Secretaria se debruçaram sobre o tema nas últimas três semanas e entregaram ao governador uma série de ações, a começar pela estruturação de uma força-tarefa para atuar no enfrentamento imediato e sistemático da questão.

Entre os integrantes estão a Agência Nacional de Águas (ANA) – instituição federal responsável pela fiscalização e cadastro das barragens em cursos d'água sob jurisdição da União –, bem como Defesa Civil, secretarias do Estado, Exército e entidades do setor.

“A partir disso, uma das nossas prioridades será atualizar o cadastro e as informações das barragens no RS. Ao analisar documentos, percebemos que faltam muitas informações”, afirmou Lemos.

Há cerca de 24 mil barragens no Brasil, das quais 10.774 no Rio Grande do Sul. Desse total, apenas 16% (1.716) no RS são outorgadas e, portanto, passíveis de fiscalização. Cabe ao governo gaúcho coletar informações e remeter à ANA, além de fiscalizar os reservatórios que estejam em domínio estadual.

Barragens prioritárias

A Política Nacional de Segurança de Barragens estabelece critérios para determinar a Categoria de Risco (CRI) – que pode ser alto, médio ou baixo dependendo de características, como altura, volume e estado de conservação, além de calcular o Dano Potencial Associado (DPA), uma classificação que considera a existência de pessoas no curso da barragem. A partir dessas normas, o governo do RS estabeleceu que 418 barragens serão vistoriadas ainda em 2019.

Entre elas, três serão priorizadas por terem riscos mais altos: Capané (Cachoeira do Sul), Santa Bárbara (Pelotas) e Filhos de Sepé (Viamão). “Não é que tenham risco iminente, mas pelos critérios federais, como serem maiores e terem capacidade mais elevada dentre todos os reservatórios, merecem ser prioridade”, esclareceu Lemos.

Para realizar o diagnóstico, o governo deverá contar com ajuda de recursos humanos e financeiros da ANA, a partir de resoluções publicadas pela agência para ajudar de forma imediata os estados a garantirem a segurança da população.

Plano de trabalho para segurança de barragens no RS:

Ações de curto prazo

• Estruturar a força-tarefa para ação rápida e articulada no enfrentamento imediato e sistemático da questão – em conjunto com Agência Nacional de Águas (ANA), Defesa Civil, secretarias do Estado, Exército e entidades do setor

• Estabelecer interlocução com a ANA, com a possibilidade efetiva de apoio técnico e material (pessoal, veículos e diárias) por parte do Ministério do Desenvolvimento Regional e da ANA

• Efetivar contato com o Comando Militar do Sul, solicitando apoio e integração à força-tarefa

• Elaborar, em conjunto com a Defesa Civil, um Plano de Contingência Integrado

• Revisar a base cadastral existente e alimentar o Sistema Nacional de Informações Sobre Segurança de Barragens (SNISB)

• Priorizar ações nos reservatórios que tenham risco alto: Capané (Cachoeira do Sul), Santa Bárbara (Pelotas) e Filhos de Sepé (Viamão);

• Iniciar trabalho de campo nesses três reservatórios, dando continuidade nos reservatórios indicados no relatório ANA

• Comunicar aos empreendedores sobre suas responsabilidades, requerendo outorga, relatórios das inspeções de segurança e Plano de Ação de Emergência (PAE), conforme o caso.

Ações de médio e longo prazo

• Revisar a classificação das barragens (DPA Baixo, DPA Médio e DPA Alto)

• Aprimorar o processo de julgamento de multas, a fim de coibir a impunidade

• Captar recursos no Fundo de Recursos Hídricos (FRH)

• Estudar a recuperação de barragens de propriedade do Estado, com forte demanda social. Exemplo: Barragem das Laranjeiras (Canela)

• Dar publicidade aos avanços periodicamente.

Assescom/Piratini
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