terça-feira, 9 de agosto de 2016

20ª CRE promove formação voltada aos Núcleos de Educação de Jovens e Adultos



Nesta terça-feira, 9, a 20ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), de Palmeira das Missões, promove uma formação envolvendo diretores, coordenações pedagógicas e secretários dos Núcleos Estaduais de Educação de Jovens e Adultos (Neeja). A atividade ocorreu na sede da 20ª CRE.
De acordo com a coordenadora-adjunta, Ana Jossade Félix Vieira, o encontro visa orientar as equipes diretivas, coordenações pedagógicas e responsáveis pelas secretarias dos Núcleos quanto ao Regimento Padrão que devem ser seguidos pelos Neejas, Matriz Curricular, Inclusão do aluno no Sistema de Matrícula no Programa de Informatização da Secretaria da Educação (ISE) e do Setor de Controle Escolar (Secoe).
A formação foi coordenada pelas assessoras pedagógicas responsáveis pelos Neeja e EJA na Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Ana Maria Maciel e Cristina Castro, com apoio das assessoras responsáveis pelo ISE, Rosanete Saurin e Secoe, Giselda da Conceição junto à 20ªCRE.
A 20ªCRE possui dois Núcleos de Educação, ficando um no município de Frederico Westphalen e outro em Palmeira das Missões.


Jô do Carmo – ACS/20CRE
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Cotrisal: 59 anos de sucesso

     Capitalização, estabilidade administrativa e apoio do quadro                   social estão entre os alicerces básicos da Cotrisal


Como já bem dizia o poeta: “sonho que se sonha junto é realidade”. E na realidade dos sonhos, ninguém alcança o sucesso por acaso. Do contrário, toda forma de resultado só é considerada positiva se estiver atrelada a uma história de lutas e realizações. E é por esta razão que os sonhos se transformam em realidade. Alguns, em belas realidades.
E na história da Cotrisal trabalho foi o que não faltou nestas últimas quase seis décadas. Ao completar 59 anos de fundação, a cooperativa colhe os frutos do sonho do pequeno grupo de agricultores pioneiros que se uniram para constituir a Cotrisal em 15 de agosto de 1957.
A cooperativa tem na união dos seus associados, diretoria e funcionários, motivos que impulsionam o desenvolvimento e o progresso de dezenas de municípios e comunidades no norte do estado do Rio Grande do Sul, resultando em benefício direto a milhares de famílias. “A consolidação dos nossos compromissos com a comunidade, seja ela interna ou externa, tem levado a Cotrisal a um caminho cada vez mais sólido na construção uma cooperativa capaz de enfrentar todos os desafios dos novos tempos”, afirma o presidente Walter Vontobel, à frente da administração da cooperativa há quase 25 anos, Vontobel diz que a Cotrisal se transformou na grande força do homem do campo.
Alicerce – A Cotrisal é uma das maiores cooperativas do Brasil. O segredo de todo o sucesso está alicerçado em quatro fatores básicos: a política de capitalização, a estabilidade administrativa, o apoio incondicional dos associados e a harmonia existente entre a diretoria, quadro social e funcionários.
“A expressiva participação e confiança dos nossos quase 10 mil associados dão sentido à existência e a eficiência da Cotrisal, uma cooperativa que é orgulho para todos e que tem na melhoria da condição sócio econômica dos associados um objetivo constante da sua administração. Parabenizamos a todos: cooperados, diretoria e funcionários por mais um ano de bons resultados da Cotrisal”, acrescenta Vontobel.
Agregação de valor – Focada no desenvolvimento das comunidades e no crescimento dos associados a Cotrisal possui uma rede de recebimento de produtos agrícolas (soja, trigo e milho), rede de Supermercados, Lojas Lar & Construção, Unidade de Peças & Implementos Agrícolas, Lojas de Pecuária, Insumos, Moinho de Trigo, Posto de Recebimento de Leite, Fábrica de Rações e Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS) estas duas últimas estão em fase de ampliação e serão inauguradas nos próximos meses.
Assim, com visão empreendedora, adequação às mudanças tecnológicas, profissionalismo, inovação e competitividade nos processos de gestão, a Cotrisal vem construindo sua história, conquistando novos sócios, novos clientes e garantindo posições de destaque no cenário do agronegócio gaúcho e nacional.

Assessoria Cotrisal
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Noiva é conduzida ao altar por um idoso que recebeu o coração do pai dela em transplante

Uma noiva emocionou amigos e parentes durante sua cerimônia de casamento ao ser levada ao altar pelo idoso que recebeu, por transplante, o coração do pai dela. Jeni Stepien se casou e garante que o dia foi o mais feliz de sua vida, graças a Arthur Thomas, que aceitou o convite de entregá-la ao noivo.
Michael Stepien, pai de Jeni, foi morto em 2006, na cidade de Swissvale, em Pensilvânia, nos Estados Unidos. Thomas, que estava perto de morrer, foi salvo após ter recebido o coração dele. “Eu estava à beira da morte quando Michael foi assassinado. Precisava de um coração ou ia morrer em poucos dias”, lembra Tom que, dez anos depois, agradeceu o transplante levando a filha de Michael até o altar. Tom saiu de Nova Jersey até a Pensilvânia apenas para participar da cerimônia.
Tom garante que o momento também foi importante para ele. “Não imagino honra maior do que levar ao altar a filha do homem que me deu seu coração”, disse.

Fonte:(AG)
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Total de consumidores inadimplentes no Brasil cai para 58,9 milhões, diz SPC

A inadimplência do consumidor voltou a dar sinais de desaceleração. De acordo com o indicador apurado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o número de brasileiros negativados atingiu 58,9 milhões no último mês de julho, o que representa 200 mil consumidores em situação de inadimplência a menos do que o registrado em junho (cerca de 59,1 milhões). Apesar da queda, esse número é considerado elevado pelos economistas do SPC Brasil por representar 39,57% da população adulta do país.
Mesmo com a discreta queda na estimativa de brasileiros negativados na passagem de junho para julho, o volume de consumidores inadimplentes aumentou 1,99% no último mês frente julho de 2015. Essa foi a terceira desaceleração consecutiva do indicador na base anual de comparação.
Segundo o SPC Brasil, os dados não levam em consideração a região Sudeste por conta da entrada em vigor da Lei Estadual nº 15.659, conhecida como ‘Lei do AR’, que dificulta a negativação de inadimplentes em São Paulo.
Nordeste lidera
Assim como nos últimos meses, a região Nordeste foi a que teve o maior crescimento no número de devedores: alta de 5,01% na comparação anual. Em seguida, a região Norte, com um aumento de 0,85%. Já as regiões Sul e Centro-Oeste apresentaram leves recuos, de -1,12% e -1,23%, respectivamente.
Apesar do Nordeste ter apresentado o maior aumento de novos inadimplentes, é a região Norte que detém, proporcionalmente, a maior população de consumidores inadimplentes: 5,24 milhões de pessoas com contas em atraso, o que representa 45,58% da população adulta desta região.
O Centro-Oeste, com número absoluto de 4,69 milhões, apresenta a segunda maior proporção da população adulta em situação de inadimplência (41,55%). A região Nordeste registrou 16,26 milhões de negativados, com 41,27% da população adulta. Por fim, o Sul, com um total de 8,16 milhões de consumidores negativados, tem a menor proporção (36,98% da população adulta).
Água e luz lideram crescimento
Segundo o SPC Brasil, a abertura do indicador de dívidas em atraso por setor da economia mostra que o brasileiro ainda enfrenta dificuldades para realizar o pagamento de contas básicas. O maior avanço no número de dívidas foi com as empresas concessionárias de serviços como água e luz, cuja alta atingiu 8,33% na comparação anual.
“Além da maior dificuldade do consumidor em arcar até mesmo com suas contas básicas, em meio à crise econômica, as empresas desses serviços mostram mais disposição em negativar os consumidores inadimplentes como forma de acelerar o recebimento dos compromissos em atraso. Tem se tornado mais comum que essas empresas negativem o Cadastro de Pessoa Física (CPF) do residente antes de realizar o corte no fornecimento”, afirma a economista-chefe Marcela Kawauti, em nota.
As dívidas com os bancos crescerem 2,48%, ao passo que os atrasos junto ao comércio avançaram 1,42% na base anual de comparação. O único setor em que houve queda na quantidade de novas dívidas registradas foi o de comunicação, que engloba TV por assinatura, internet e telefonia, com recuo de 5,17%.


Agência Brasil
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Conab prevê queda de 9,5% na safra de grãos 2015/2016

A safra brasileira de grãos 2015/16 deve chegar a 188,1 milhões de toneladas, com redução de 9,5% em relação à anterior (207,7 milhões de toneladas). Na comparação com o último levantamento, feito no mês passado, houve queda de 0,6%. Os dados são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgados nesta terça-feira, (9) no boletim do 11º Levantamento da Safra de Grãos.
A principal cultura de inverno, o trigo, manteve o crescimento de produção, subindo 12,1% e chegando a 6,2 milhões de toneladas, mesmo com uma área reduzida em 13,9%. A soja, porém, caiu 0,8%, passando de 96,2 para 95,4 milhões de toneladas. O milho total também apresentou redução de 19,1%, chegando a 68,5 milhões de toneladas. Outras culturas mantiveram queda na produção devido a adversidades climáticas, como estiagens prolongadas e altas Temperaturas.
Área plantada
A estimativa para a área plantada é de 58,2 milhões de hectares, com aumento de 0,6%. A soja, que responde por 57% da área cultivada do país, é a responsável pelo aumento dessa área. O crescimento deve ser de 3,6%, passando de 32,1 milhões de hectares para 33,2 milhões na safra atual.
O milho segunda safra teve aumento de área plantada – crescimento de 10,2% -, chegando a 10,53 milhões de hectares. Já o milho primeira safra teve perda de área de 12,2%, atingindo 5,39 milhões de hectares. O feijão primeira safra também teve redução, de 7,5%. Na segunda safra, a perda ficou em 3% e na terceira, em 16,8%.

Agência Brasil
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PROGRAMA INFORMATIVO DO STR DE TRÊS PALMEIRAS

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Jornal da Liberdade Edição 1551 de 09-08-2016

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Escola Estadual José Antonio Ferronato Feira do livro

Feira do livro em breve mais informações.
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Aluno é detido com crack e maconha em escola Barão de Cotegipe

A Polícia Militar de Barão de Cotegipe foi informada na tarde desta segunda-feira (Dia 08/08), por volta das 14h40min, de que um aluno estaria de posse de entorpecente na mochila escolar.
Policiais militares abordaram o suspeito de 15 anos de idade, e localizaram no interior da mochila dois tijolos de maconha, pesando 775 gramas, e uma pedra de crack, pesando 37 gramas.
Ele foi apreendido e apresentado na Delegacia de Polícia do município junto com a droga e acompanhado do Conselho Tutelar. Foi registrada a ocorrência por tráfico de entorpecentes e após o menor foi liberado para um responsável, mediante termo de compromisso.

Fonte e foto: jbv
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OS HUMANOS JÁ GASTARAM EM 2016 OS RECURSOS QUE A TERRA PODE REGENERAR EM UM ANO

Nesta segunda-feira, 08 de agosto, os seres humanos acabaram de usar todos os recursos que a Terra pode regenerar em um ano. O dia é conhecido como o Dia do Limite, e este ano está acontecendo cinco dias mais cedo do que em 2015 – o que significa que gastamos mais recursos em menos tempo. Se continuarmos a viver do jeito que estamos agora, seriam necessários mais de 1,6 planetas para satisfazer as nossas exigências.
Se todos no mundo vivessem como os americanos, precisaríamos de 4,8 planetas para satisfazer as pessoas – e os australianos são ainda piores, eles precisariam de 5,4 planetas.
Foi calculado que o Dia do Limite remonta desde a década de 1960, e tem mostrado que, até 1970, nós só utilizamos o máximo de recursos que o planeta poderia sustentar. Em 1961, estávamos usando apenas três quartos dos nossos recursos anuais. E partir de 1970, nós estávamos gastando nossos recursos anuais até 23 de dezembro, e todos os anos desde então, vêm se tornando cada vez mais cedo.
A boa notícia é que o avanço da data está gradualmente diminuindo. Em média, desde 1970, eram três dias antes, mas ao longo dos últimos cinco anos, isso diminuiu para menos de um dia. E uma notícia ainda melhor é que a sociedade está finalmente saindo dos combustíveis fósseis. No ano passado, a Costa Rica conseguiu alimentar o país inteiro utilizando 100% de fontes renováveis durante 75 dias.
Talvez o próximo ano seja o primeiro ano em mais de quatro décadas que essa data volte alguns dias.

Por:Climatologia Geográfica
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762 - 09 DE AGOSTO, TER - DEIXE SUA VIDA FLUIR

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Pelo menos 73 prefeituras do RS podem parcelar os salários do funcionalismo

Um estudo realizado pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) constatou que pelo menos 73 prefeituras gaúchas podem parcelar o pagamento dos salários dos servidores municipais até o final deste ano. O número corresponde a 24% dos 306 municípios que responderam essa pergunta no questionário enviado pela entidade. O levantamento contou, ao todo, com 316 respostas, e foi realizado entre os meses de abril e julho de 2016.

Indagados sobre as causas da crise financeira, 89% dos prefeitos que responderam à pesquisa apontam como principal dificuldade a queda nos repasses federais. Corte de verbas estaduais (83%) e aumento das despesas com folha de pagamento (57%) também foram citados como fatores que comprometem a gestão municipal.

O presidente da Famurs e prefeito de Arroio do Sal, Luciano Pinto, explica que parcelamento é uma ação amarga imposta pela falta de outras alternativas. “Só a possibilidade de atrasar salários é algo terrível para o gestor público. Agora é uma medida que passa a ser real porque os repasses tiveram uma queda, principalmente o Fundo de Participação dos Municípios. A crise não foi criada pelos prefeitos”, ponderou.

O coordenador do departamento jurídico da Famurs, Esteder Jacomini, explica que protelar o pagamento dos funcionários públicos é tema controverso entre os operadores do Direito. Ele classifica a medida como arriscada. “Se um município parcelar salário, ele pode ter complicações perante o Poder Judiciário e o Tribunal de Contas”, avaliou.

Em 2016, apenas uma parcela (64%) das prefeituras gaúchas conseguiu corrigir o salário do funcionalismo de acordo com a inflação. Conforme a pesquisa da Famurs, 36% dos municípios não concedeu aumento integral aos servidores municipais. "Essa foi uma das dificuldades enfrentadas pelas prefeituras neste ano", comenta a assessora técnica da Área de Receitas Municipais da Famurs, Cinara Ritter.

Boa parte das prefeituras concedeu reajuste inferior à inflação. Essa foi a alternativa encontrada por 75 cidades (24%). Outra solução, utilizada por 28 municípios (9%), foi parcelar o reajuste. Em 12 municípios (3%), os funcionários públicos não receberam aumento salarial. "A falta de recursos e o risco de extrapolar o limite da folha de pagamento, estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, restringiram a concessão de aumentos ao funcionalismo", justificou Cinara.

Queda no repasse do FPM agrava crise financeira dos municípios

A dificuldade enfrentada pelas prefeituras foi evidenciada com a recente divulgação de outro estudo realizado pela Famurs. No levantamento, foi demonstrado que as prefeituras gaúchas deixaram de receber R$ 209,6 milhões da União no primeiro semestre de 2016. A defasagem nas receitas foi provocada pela queda na arrecadação do governo federal, que afetou os repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Conforme projeção do governo federal, apresentada no Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2016, era previsto um crescimento de 7,9% nas receitas do FPM em relação ao ano passado. É com base nesse cálculo, elaborado pela Secretaria do Tesouro Nacional, que as prefeituras projetam seus orçamentos. Dessa forma, os municípios gaúchos seriam contemplados com um repasse de R$ 2,556 bilhões nos primeiros seis meses de 2016. No entanto, as prefeituras receberam apenas R$ 2,346 bilhões da União. Uma defasagem de quase R$ 210 milhões.

“Corremos o risco de que falte dinheiro para pagar a folha”.

Em fevereiro deste ano, ganhou destaque na imprensa da capital a informação de que a prefeitura de Porto Alegre poderia parcelar ou atrasar o pagamento dos salários dos servidores municipais. O prefeito José Fortunati afirma que tem trabalhado “para que isso não aconteça”. Empenhado em equilibrar as finanças, ele vedou, a partir de março, gastos com passagens, diárias, novos contratos e convênios que gerem despesa. Além disso, foi suspensa a criação de cargos, gratificações, contratações e concursos. Foi criado ainda um grupo de trabalho que atua na análise de gastos e nas medidas de contingenciamento.

Fortunati avalia que a falta de recursos nos municípios é uma combinação de antigos e novos problemas. “A crise financeira que atinge não só a prefeitura de Porto Alegre, mas todos os municípios e estados do Brasil, é o que tem feito as administrações municipais penarem para manter a máquina funcionando de forma adequada. Uma das grandes causas dessa dificuldade reside no fato de que o Congresso Nacional, o Governo Federal, o Poder Judiciário, Ministério Público e etc impõem, a cada dia, novas responsabilidades aos municípios sem que exista uma contrapartida financeira para o pagamento das despesas. É muito fácil ‘fazer o milagre’ com o orçamento dos outros”, reclamou.

Para agravar ainda mais as dificuldades financeiras, Porto Alegre foi, no primeiro semestre de 2016, o município que teve a maior perda na arrecadação do FPM. A prefeitura deixou de receber aproximadamente R$ 13 milhões. Com esta verba, seria possível construir, por exemplo, 11 escolas de educação infantil. “Não existe fórmula mágica. Com cada vez menos recursos e mais despesas, corremos o risco de que falte dinheiro para pagar a folha” refletiu José Fortunati.

“Não está descartado o parcelamento”.

O município de Porto Mauá, na Grande Santa Rosa, tem como principal fonte de recursos o FPM, que representa aproximadamente 70% de toda a arrecadação. Com a responsabilidade pelo pagamento dos salários de 120 servidores, o prefeito Guerino Pisoni demonstra preocupação. “O segundo semestre já se mostra ameaçador. Não está descartado o parcelamento”, projetou. A estimativa é de que as dificuldades financeiras da prefeitura se agravem a partir de setembro.

No início deste ano, Porto Mauá concedeu reajuste de 11,28% aos servidores. A medida, segundo o prefeito, contribuiu para agravar a situação das finanças do município porque a elevação dos salários incide sobre “outros benefícios e vantagens” dos servidores. A folha de pagamento já drena 45,53% da receita corrente líquida (RCL) da prefeitura. A Lei de Responsabilidade Fiscal prevê que o poder executivo municipal pode aplicar até 54% da RCL em salários.

Cresceu, nos últimos anos, o desequilíbrio entre receitas e despesas do município de quase 2,6 habitantes. Situação que, na avaliação do prefeito, contribuiu para as dificuldades financeiras de Porto Mauá. Para piorar, os convênios com a União e o Estado oneraram a prefeitura. “Foram muitas responsabilidades, programas e ações repassadas ao município. Essa transferência sobrecarregou a folha de pagamento e a estrutura de serviços que o município presta à população”, lamentou.

“As prefeituras estão chegando ou já bateram no fundo do poço”.


A prefeitura de Santo Ângelo, nas Missões, tem feito uma verdadeira engenharia financeira para não deixar de atender as demandas dos quase 79 mil habitantes. No seu segundo mandato como prefeito, Valdir Andres afirma que nunca tinha visto um cenário de tantas dificuldades. “A crise dos municípios é a maior dos últimos 40 anos. As prefeituras estão chegando ou já bateram no fundo do poço. Já não tem para onde descer”, avaliou, ao comparar a conjuntura atual com a realidade administrativa da década de 1980, quando foi prefeito pela primeira vez.

No atual mandato, Andres reduziu o número de servidores de 1.660 para 1.380. Diante da atual crise, não foi dada recomposição salarial aos funcionários municipais em 2016. Ele classifica como “dramática” a situação das finanças da prefeitura. O ponto crítico da arrecadação será atingido em novembro. “Se continuar essa queda de receita, nada pode ser descartado”, explicou o prefeito sobre a possibilidade de parcelar os salários.

Apesar de todo o esforço para economizar, Valdir Andres lembra que o crescimento vegetativo das despesas do município colabora para o desequilíbrio das contas. Outra dificuldade enfrentada pela prefeitura é o aumento da judicialização nas áreas da saúde, assistência social e habitação. O prefeito critica o papel desempenhado pelos demais entes federados. “Os poderes federal e estadual e o judiciário cada dia exigem que a prefeitura bote o seu dinheiro em atividades que não seriam do município”, reclamou.

“A estabilidade no emprego tem que ser repensada no país”.

O último repasse do FPM frustrou o governo de Carlos Barbosa. Dos R$ 685 mil esperados, o município da Serra recebeu R$ 400 mil. A prefeitura, apesar das dificuldades, tem pago em dia o salário dos 596 servidores. No entanto, o prefeito Fernando Xavier é realista em relação ao futuro. “É possível que teremos que fazer o parcelamento de salário. Digo isso até para preparar psicologicamente os servidores e a sociedade”, explicou.

Hoje, a prefeitura compromete 43% da receita corrente líquida com a folha de pagamento. Diante das dificuldades financeiras, o município de Carlos Barbosa precisou dividir em três parcelas o pagamento da recomposição salarial de 12,08%, que foi concedida aos servidores em 2016.

Xavier acredita que a atual crise é uma oportunidade para se repensar as leis. “Precisamos de mudanças na legislação. A estabilidade [dos servidores públicos] no emprego tem que ser repensada no país”, defendeu. Ele avalia que apenas algumas funções, como juiz, promotor, fiscal e agente administrativo, devem ter algum tipo de garantia para escapar de perseguições políticas.

“Os planos de carreira vão inviabilizar as prefeituras”.

No Sul do Estado, o governo de Pedro Osório tem apertado o cinto para garantir que os servidores municipais recebam em dia. No entanto, o comportamento das finanças do município nos próximos meses já é motivo de preocupação. “Nós estamos com a possibilidade de parcelar [os salários dos funcionários públicos] logo ali”, avaliou o prefeito César de Brito. Se as receitas continuarem em queda, o dirigente projeta que já enfrentará dificuldades a partir de setembro.

Na sexta-feira (8/7), o município esperava receber R$ 380 mil no repasse do Fundo de Participação dos Municípios. Foi depositado na conta da prefeitura menos da metade: R$ 170 mil. O FPM representa 56% de tudo que é arrecadado. Com oito mil habitantes, Pedro Osório conta, entre ativos e inativos, com 300 servidores. Hoje, a folha salarial consome 50% da receita do município.

Na avaliação do prefeito, a necessidade de conceder reajuste aos servidores mesmo quando as finanças do município não vão bem dificulta a vida dos gestores municipais. “Os planos de carreira vão inviabilizar as prefeituras em 10 anos”, projetou. Brito cobra uma ação imediata da União. “O governo federal deveria aumentar o repasse do FPM. Não tem mais onde cortar”, defendeu.

“Exaurimos a capacidade de arrecadação do município”.

Na Região Celeiro, a prefeitura de Chiapetta já não tem recursos para cumprir todas as obrigações. “Existe a possibilidade [de parcelamento de salários] porque vivemos uma incógnita diante dos repasses dos FPM e ICMS. Estamos pagando a folha em dia, mas atrasando os fornecedores”, explicou o prefeito Osmar Kuhn. Hoje, o município investe, por mês, R$ 600 mil para pagar os 268 funcionários.

O dirigente avalia que as isenções fiscais concedidas pelo governo federal nos últimos anos, como redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), retiraram recursos das prefeituras. “Quando faz concessões, [a União] mete a mão no dinheiro dos municípios”, reclamou Kuhn.

O prefeito de Chiapetta defende que a melhora nas finanças passa por uma redistribuição mais justa do bolo tributário. “Se não mexer no pacto federativo, estaremos com o pires na mão. Já exaurimos a capacidade de arrecadação do município”, lamentou.

“Ano mais difícil em termos de recursos”.

No inverno, a economia de Gramado, na Serra Gaúcha, é beneficiada pela presença de um grande número de turistas, que geram os dividendos necessários para equilibrar as contas do município. O prefeito Nestor Tissot classifica 2016 como o “ano mais difícil em termos de recursos”. O pagamento dos salários dos 1,2 mil funcionários públicos consome 44% da arrecadação da prefeitura.

Ainda não foi necessário parcelar o vencimento dos servidores. No entanto, Tissot afirma que o “cenário é preocupante [para as finanças do município]” nos meses de agosto, setembro e outubro, período em que diminui o número de visitantes na cidade.

“É preciso construir um pacto federativo”.

O corte de despesas tem garantido que o município de Vale do Sol, no Vale do Rio Pardo, pague em dia os salários dos 335 servidores ativos. No entanto, a possibilidade de parcelar o vencimento dos funcionários municipais preocupa o prefeito Clécio Halmenschlager. “Se a receita continuar caindo, não é impossível de acontecer”, ponderou.

O prefeito avalia que a situação da economia brasileira e dificuldades locais colocaram o município nesta situação. Reclama também que a prefeitura precisa investir recurso livre para manter os programas da União e Estado. Halmenschlager espera que os congressistas compreendam a dificuldade vivida pelos municípios brasileiros e façam as mudanças necessárias na legislação. “Para não entrarmos no estágio falimentar, é preciso construir um pacto federativo. É no município que tudo acontece”, defendeu.

O que é o FPM

O Fundo de Participação dos Municípios é uma importante fonte de receita dos municípios brasileiros. Composto por 24,5% de toda a arrecadação do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto de Renda (IR), o Fundo é recolhido pelo governo federal e distribuído a todos os municípios de acordo com o número da população. A receita do FPM chega a representar mais de 80% de todos os recursos de algumas cidades gaúchas como São Pedro das Missões (84,3%) e Lajeado do Bugre (83,5%), segundo estudo da Famurs.

Lei de Responsabilidade Fiscal

A Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101, de 04/05/2000) estabelece, em regime nacional, parâmetros a serem seguidos relativos ao gasto público da União, Estados e Municípios. Uma de suas responsabilidades é das despesas com pessoal, que não deve exceder o limite de 60% a Estados e municípios e 50% da União. Caso haja seu descumprimento, o ente federado recebe punições: não pode contratar operações de crédito, não recebe transferências voluntárias e não obtém garantias para empréstimos.
Fonte: AMZOP
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Localizado corpo do segundo jovem desaparecido no Rio Uruguai

Foi localizado por volta das 12h30 desta segunda-feira, dia 08, o corpo do jovem que seguia desaparecido nas Águas do Rio Uruguai, próximo à barragem Foz do Chapecó, em Águas de Chapecó. O corpo de João Vinicius Leal Kichi de 24 anos foi localizado por pescadores boiando do lado catarinense a cerca de 100 metros abaixo da barragem. O Corpo de Bombeiros e Polícia Militar de São Carlos confirmaram a localização do corpo por volta das 13h50 e o IGP foi acionado, bem como o IML, ambos de Chapecó. 

O segundo corpo foi localizado pouco mais de 48 horas após o primeiro. Por volta das 05h00 da manhã do sábado, Fabiano Stobe de 32 anos já havia sido localizado, porém na margem gaúcha do Rio Uruguai. Eles desapareceram no dia 31 de julho, quando a embarcação foi puxada pela vazão do vertedouro da barragem, enquanto pescavam. Um terceiro pescador conseguiu escapar e passa bem.
Fonte: AU
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"'Pokémon Go' é máquina de coleta de dados", alerta especialista

Aplicativo armazena informações "exatas e detalhadas" sobre cada movimento do usuário e pode condicionar o comportamento do consumidor, afirma comissária alemã para privacidade.

A comissária para a privacidade no estado alemão de Schleswig-Holstein, Marit Hansen, lançou um alerta sobre o Pokémon Go. Em entrevista ao jornal alemão Handelsblatt publicada nesta sexta-feira (05/08), Hansen afirmou que o jogo armazena dados "exatos e detalhados" de cada movimento dos usuários pelas ruas.

"É uma máquina gigante de coleta de dados", disse, acrescentando que o aplicativo de realidade aumentada, além de espionar, também pode condicionar o comportamento do consumidor.

A Niantic, empresa baseada na Califórnia e que ajudou a desenvolver o jogo, não buscou apenas acesso a câmeras e microfones, mas também disponibilizou uma ferramenta de marketing para "deliberadamente orientar" os usuários do jogo aos chamados "Pokestops" em estabelecimentos comerciais, afirmou Hansen.

A especialista em política de privacidade apontou também para a falta de controles legais, repetindo diversas advertências recentes sobre o aplicativo feitas em Nova York, na Austrália e nos Emirados Árabes Unidos.

"Como o jogo utiliza um provedor de fora da Europa, não temos o apoio jurídico para agir", disse Hansen, referindo-se às disputas entre União Europeia (UE) e os EUA sobre a transferência de dados transatlânticos e a cooperação da Niantic com o Google Maps.

No mês passado, a Federação das Associações Alemãs de Consumidores (VZBV, na sigla em alemão) disse que contestou 15 cláusulas dos termos de uso e privacidade da Niantic, dando à empresa americana até 9 de agosto para responder. Caso a Niantic não se pronuncie, a VZBV advertiu levar o caso a um tribunal.

"Era do controle total"

O editor-adjunto do Handelsblatt, Thomas Tuma, disse em seu editorial desta sexta-feira: "Pokémon Go é o ponto de partida para uma nova era de controle total." Em apenas três semanas, 75 milhões de pessoas baixaram o aplicativo – "todas sem terem sido forçadas ou mostrado resistência", disse Tuma.

"Fisgados, porque é inicialmente gratuito, temos de pagar mais do que nunca com os nossos dados", incluindo nossas listas de amigos, acrescentou Tuma.

O jogo, lançado no Brasil na noite desta quarta-feira, envolve diversos problemas graves, alerta o editor, porque todos os "monstrinhos são os cavalos de Troia com os quais a indústria da internet abre o caminho para nossas cabeças e nossas carteiras". "Nós, os usuários, estamos sendo explorados", disse. "Os que estão sendo capturados somos nós mesmos."

Campo fértil para criminosos

Na segunda-feira, o governador de Nova York, Andrew Cuomo, ordenou que o departamento correcional proibisse que os cerca de três mil criminosos sexuais do estado usassem o Pokémon Go.

Uma das ferramentas do jogo, que permite aos usuários colocar iscas para atrair jogadores a locais específicos, possui o potencial de ser usada por "predadores" em busca de crianças, afirmou Cuomo. Em seu site, a Niantic diz que os usuário não podem ter menos de 13 anos de idade para jogar seus jogos.

Nos EUA, a mania Pokémon Go levou pessoas a andar em quintais, calçadas, cemitérios e até mesmo em estacionamentos policiais – sempre em busca dos monstros do famosos desenho animadoPokémon.

Nos Emirados Árabes Unidos, há duas semanas, a autoridade de telecomunicações TRA alertou os usuários para não ativarem as câmeras de seus celulares em casa ou em outras áreas privadas. E na Austrália, a polícia comunicou que um casal foi ameaçado com uma arma num parque ao sul de Sydney.

Por Made for Minds

Fonte: 
DiárioRS
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Homem é preso por estupro de vulnerável, em Passo Fundo

Ilustração da internet
Ele teria passado a mão na genitália de uma menina de três anos, e feito ela pegar em seu órgão sexual

Na noite de domingo (07), a Brigada Militar foi acionada para comparecer no Bairro José Alexandre Zacchia, em Passo Fundo, para atender uma denúncia referente a estupro de uma menina de três anos.

No local, em conversa com os pais e familiares da criança, os policiais apuraram que o marido da avó paterna da menina teria aproveitado alguns momentos sozinho com a vítima para tocar na genitália dela e fazer com que ela também pegasse em seu órgão sexual. Assim que os pais chegaram em casa, a menina contou a eles o que havia acontecido e então eles acionaram a Polícia.

O suspeito foi localizado e trazido à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA). No local, o delegado plantonista Marino Franceschi determinou a lavratura do auto de prisão em flagrante e o indivíduo foi recolhido ao Presídio Regional de Passo Fundo, onde fica à disposição da justiça.

O nome do indivíduo não foi revelado para não expor a criança. O caso é investigado pela equipe da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).
Fonte: DM
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Judoca Rafaela Silva dá primeira medalha de ouro ao Brasil

A judoca brasileira Rafaela Silva derrotou a atleta Dorjsürengiin Sumiya, da Mongólia, na final na categoria até 57 quilos feminino. É a primeira medalha de ouro do Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Com um wazari sobre a oponente, Rafaela conquistou 10 pontos e soube administrar a luta até o final, com o apoio da torcida brasileira.

Nas disputas de hoje (8), Rafaela já havia vencido a romena Corina Caprioriu, a alemã Myriam Roper, a sul-coreana Kim Jandi e a húngara Hedvig Karakas. A portuguesa Telma Monteiro venceu por um yuko a romena Corina Caprioriu e ficou com a medalha de bronze.

Rafaela Silva é carioca, tem 24 anos, e cresceu na comunidade Cidade de Deus. Começou a praticar judô com 5 anos, em uma academia na rua de sua casa. Aos 8 anos, entrou no Instituto Reação, no Rio de Janeiro.

Em 2011, ganhou a medalha de prata nos Jogos Pan-americanos de Guadalajara, no México e, em 2015, conquistou a de bronze no Pan de Toronto. Também foi foi vice-campeã mundial em Paris 2011. Na Olimpíada de 2012, em Londres, Rafaela foi desclassificada pelos juízes na segunda rodada por um golpe ilegal.

Rafaela conquistou a medalha de ouro no Mundial de Judô de 2013, prata no Mundial de 2011 e bronze no World Masters de 2012.
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