quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Jornal da Liberdade Edição 2182 de 27-02-2019

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Programa Informativo da Prefeitura Municipal de Três Palmeiras de 27-02-2019

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Programa 180 28-02-2019 CEL São Lucas da Vila Progresso - I João 2.7-17, v.12

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052 - 27 FEVEREIRO, QUARTA - A FELICIDADE E A VIRTUDE

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Marido da contadora Sandra oferece R$ 30 mil para quem tiver informações sobre o caso

O vereador de Boa Vista das Missões e marido da contadora, Sandra Trentin, 48 anos, morta no ano passado,  Paulo Ivan Batista Landfeldt, 47, fez uma publicação em seu facebook na manhã desta terça-feira, 26,  de fevereiro, oferecendo recompensa para quem souber informações sobre o caso da morte de Sandra.

Landfeldt, é réu apontado como mandante do crime, e Ismael Bonetto, que está preso, seria o autor do assassinato, conforme o Ministério Público. Os dois são acusados, mas negam a acusação. Landfeldt chegou a ser preso  em fevereiro de 2018, mas foi solto. Os dois respondem por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Bonetto ainda responde por extorsão. O caso aguarda decisão judicial sobre pronúncia ou não dos réus.

No dia 21, de janeiro, quase um ano depois do desaparecimento da contadora, o cadáver foi encontrado em um matagal próximo de uma lavoura de soja, em Palmeira das Missões no limite com o município de Condor, a cerca de 40 quilômetros de onde ela desapareceu em 30 de janeiro do ano passado.

Confira o texto publicado:

"APÓS ACABAR A ESPERANÇA DE ENCONTRAR SANDRA COM VIDA, DIVULGO OFERTA DE RECOMPENSA!!! 
NA CONDIÇÃO DE APONTADO COMO PARTICIPANTE NO DESAPARECIMENTO E MORTE DE SANDRA MARA LOVIS TRWNTIN, MINHA ESPOSA E MÃE DE MINHAS FILHAS, CONSTRAGIDO SOCIAL E FAMILIARMENTE, FAÇO A OFERTA DE RECOMPENSA NO VALOR DE R$ 30.000,00 (trinta mil reais) A QUEM DER INFORMAÇÕES À POLICIA OU À JUSTIÇA, ROBUSTAS E CONCRETAS QUE POSSAM ELUCIDAR DEFENITIVAMENTE A AUTORIA DO FATO.
PEÇO AJUDA DE TODOS PARA CHEGARMOS A VERDADE." 

Fonte: In Foco RS
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Encontrado músico que havia desaparecido em Novo Hamburgo

O músico que não era visto desde sexta-feira (22) em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, foi encontrado nesta terça-feira (26). O delegado responsável pelo caso, Marcio Niederauer, ouviu Mauro Rechenmacher pela manhã. Ele disse que é dependente químico e estava usando drogas.

"Ele está bem. Sumiu por livre e espontânea vontade. O desaparecimento está resolvido", acrescentou o delegado.

Um pouco mais cedo, a Brigada Militar informou que o Fiat Palio que seria do baterista foi localizado, também em Novo Hamburgo. O carro estava em uma rua perto de um campo de futebol.

O baterista tem uma loja de compra e venda de instrumentos usados no município. Ele é integrante da banda do vencedor do The Voice Kids 2017, Thomas Machado.

A irmã mais velha de Mauro, Daiana Rechenmacher, disse, ainda na sexta, que Mauro deixou a companheira na casa da irmã dela em Campo Bom, na mesma região, e que iria até Canoas entregar um equipamento a um cliente.

Ele havia combinado com a mulher que a buscaria por volta das 19h na casa da cunhada. Mauro, no entanto, não apareceu e passou a não atender o celular. Por volta da meia-noite de sábado (23), o músico fez contato com a companheira, relatando que havia sido parado em uma barreira policial e que estava na delegacia, sem dar muitos detalhes.

O delegado informou que a barreira policial poderia não ter ocorrido. "Foi só o relato, não há notícias."

Fonte: G1/RS
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Acidente com três caminhões provoca morte e deixa feridos em Eldorado do Sul

Foto: Divulgação/PRF
Trânsito no local foi interrompido para atendimento da ocorrência

Um homem morreu morreu após sofrer um acidente que envolveu quatro veículos, na tarde desta terça-feira, em Eldorado do Sul. De acordo com informações preliminares da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão ocorreu com três caminhões e um automóvel na BR 290, no km 116, e deixou duas pessoas feridas. Não há identificação ainda da vítima.

Segundo os agentes, um dos caminhões tentava acessar uma empresa às margens da rodovia quando o segundo freou bruscamente tentando evitar uma colisão. O terceiro caminhão não conseguiu desviar e bateu na traseira do segundo.

Ainda conforme a PRF, a vítima estava em um quarto caminhão, que ao tentar desviar deste primeiro acidente, bateu de frente com outro caminhão quando invadiu a pista contrária.
Os feridos eram ocupantes do automóvel e sofreram lesões leves.

O trânsito foi interrompido para atendimento da ocorrência. Por volta das 19h30min, a pista foi liberada parcialmente. Conforme os agentes, devido ao acidente, o desvio por Guaiba é única alternativa para deslocamento em ambos sentidos.

Fonte: Rádio Guaíba
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Casos de feminicídio põem em alerta governo e organizações civis

A cada dez casos na América Latina, quatro ocorreram no Brasil

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, disse que está entre as prioridades da pasta a implantação de políticas de proteção e defesa dos direitos da mulher. “Não pouparemos esforços no enfrentamento da discriminação e da violência contra as mulheres, sobretudo o feminicídio e o assédio sexual”, afirmou a ministra na sessão do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU).

O aumento dos casos de feminicídio no país está no horizonte não só do governo federal, mas de organismos internacionais, como a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). No início deste mês, a comissão destacou que em 2019 ao menos 126 mulheres foram mortas no Brasil. Também foram registradas 67 tentativas de feminicídio – assassinato de mulher, em razão de sua condição de gênero.

Conforme levantamento da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), a cada dez feminicídios cometidos em 23 países da América Latina e Caribe em 2017, quatro ocorreram no Brasil. Naquele ano, ao menos 2.795 mulheres foram assassinadas na região. Desse total, 1.133 foram no Brasil.

Já o Atlas da Violência 2018, feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, apontou uma possível relação entre machismo e racismo, assinalando que a taxa de assassinatos que vitimaram mulheres negras cresceu 15,4% na década encerrada em 2016. Ao todo, a média nacional, no período, foi de 4,5 assassinatos a cada 100 mil mulheres, sendo que a de mulheres negras foi de 5,3 e a de mulheres não negras foi de 3,1.

Nadine Gasman, que representa, no Brasil, a Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres), disse que a educação é o instrumento capaz de reduzir conflitos e promover igualdade. "O reconhecimento das relações de poder entre homens e mulheres nos permite entender, por exemplo, por que as mulheres estão, ao mesmo tempo, estudando e trabalhando mais e ganhando menos. É um problema estrutural”, afirmou.

Legislação

A procuradora aposentada e advogada criminal Luiza Eluf, que já escreveu dois livros recontando casos reais envolvendo o assassinato ou a violência sexual cometida contra mulheres, participou de debates para elaboração da Lei do Feminicídio. Desde a sanção da Lei nº 13.104/2015, o feminicídio é classificado como crime hediondo.

"O crime de feminicídio tinha que ser tipificado para dizer por que a mulher está morrendo. Seguros de automóvel têm desconto para mulheres porque elas não morrem na direção. Elas morrem na casa delas, morrem namorando, no momento em que se separam do sujeito ou quando ele acha que ela está saindo com outro homem", argumentou.

Para a advogada, o brasileiro tem a convicção de que a mulher é uma coisa que lhe pertence. “Temos que tornar visível essa calamidade. Agora estamos dando um nome, aumentando a pena para homens que matam mulheres por questões de gênero. Além de coibir, é explicativo da conduta. Matou? Matou por quê? Porque ele, no lugar de homem, se acha dono da vida e da morte da mulher”, afirmou.

Segundo Luiza, apesar de a impunidade de agressores ainda perdurar, existe no país uma forte reação à violência contra a mulher. “A gente vê que existe uma reação muito grande contra o espancamento e a morte de mulheres. Não chegamos ao ponto correto, porque ainda existe o fato, existe gente que ainda pratica isso, mas a forma como os fatos estão sendo tratados pela mídia e pela Justiça mostra uma evolução", ponderou.

A advogada considera que, atualmente, a sociedade tolera menos esse tipo de crime do que ao final da década de 1970. "Hoje, um homem que comete feminicídio é condenado. Até a década de 70, eles eram quase todos absolvidos, porque havia um sentimento social de que o homem mandava na mulher e podia fazer qualquer coisa com ela”, disse.

Levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), divulgado em março do ano passado, mostrou o volume de processos que têm como pano de fundo o feminicídio. Em 2017, 2.795 ações pediam a condenação de um agressor enquadrado nessa modalidade, em uma proporção de oito casos novos por dia, ou uma taxa de 2,7 casos a cada 100 mil mulheres. Em 2016, haviam sido abertos 2.904 novos casos com o mesmo perfil.

Fonte: Agência Brasil
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Mais de 500 mulheres são agredidas por hora no Brasil, revela pesquisa

Levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública estima que mais de 16 milhões de mulheres, cerca de 27,35% das brasileiras, sofreram algum tipo de violência durante o ano passado. De acordo com a pesquisa, 536 mulheres são agredidas por hora no país, sendo que 177 sofrem espancamento.

A pesquisa do Instituto Datafolha ouviu 2.084 pessoas em 2018. Mais da metade (52%) das entrevistadas declarou que não procurou ajuda após as agressões; 15% falaram sobre o assunto com a família; 10% fizeram denúncia em delegacias da Mulher; 8% procuraram delegacias comuns; 8% procuraram a igreja e 5% ligaram para o telefone 190 da Polícia Militar.

A violência foi cometida, em 76,4% dos casos, por conhecidos, como cônjuge (23,9%), ex-cônjuge (15,2%), irmãos (4,9%), amigos (6,3%) e pais (7,2%).

Os números indicam que o grupo mais vulnerável está entre os 16 e os 24 anos, pois 66% das mulheres nessa faixa etária sofreram algum tipo de assédio. Na faixa dos 25 aos 34 anos, o índice é de 54% e, dos 35 aos 44 anos, de 33%.

O assédio, que, segundo a pesquisa, atingiu 37% das mulheres, aparece em forma de cantadas ou comentários desrespeitosos ao andar na rua (32%), cantadas ou comentários desrespeitosos no ambiente de trabalho (11,46%) e assédio físico no transporte público (7,78%).

Em casas noturnas, 6,24% das mulheres disseram que foram abordadas de maneira agressiva, com alguém tocando seu corpo;  5,02% foram agarradas ou beijadas à força e 3,34% relataram tentativas de abuso por estarem embriagadas.

Fonte: Agência Brasil
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Primeiro caso autóctone de Zika Vírus é confirmado no Rio Grande do Sul

Uma jovem de 17 anos, que não realizou nenhuma viagem para fora do estado, foi diagnosticada com neurite óptica.

O primeiro caso autóctone de Zika Vírus foi confirmado no Rio Grande do Sul. Uma jovem de 17 anos, residente em Gravataí, começou com os sintomas em 7 de janeiro, apresentando dor ocular e visão turva. Ela não realizou nenhuma viagem para fora do estado. Internada no Hospital Nossa Senhora da Conceição, foi diagnosticada com neurite óptica.

Como o hospital é sentinela para doenças neurológicas causadas por arbovírus (vírus transmitidos aos humanos por intermédio de insetos), amostras de seus exames foram encaminhadas ao Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen/RS), com resultado obtido em 21 de janeiro, positivo para a doença.

Após o resultado reagente para Zika Vírus, o Programa Estadual do Controle da Dengue, do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), entrou em contato com a prefeitura de Gravataí e com a 2ª Coordenadoria Regional de Saúde (2ª CRS) para que seja iniciada a investigação do caso. O trabalho começou em 22 de fevereiro e confirmou o caso como autóctone.

Em 2016, o RS teve 44 casos autóctones de Zika. Houve dois importados em 2017 e nenhum em 2018.

Assescom/Piratini
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