quinta-feira, 5 de junho de 2014

Programa Hora Luterana edição do dia 05 de junho de 2014

Programa Hora Luterana da Igreja Evangélica Luterana do Brasil da Congregação Bom Pastor de Três Palmeiras, apresentado pelo Pastor Cildo Miro Schimidt






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Jornal da Liberdade edição do dia 05 de junho de 2014

Apresentado por:Alcione Gondorek

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NONOAI - 5º FEST GOSPEL SUCESSO ABSOLUTO

Na noite de sábado, (24), aconteceu na Praça Central Getúlio Vargas a 5ª Edição do Fest Gospel. Neste ano o evento contou com apresentações das igrejas do município e teve como atrações Show com a Banda Ebenézer de Ijuí, e Suellen Lima.
O evento que está dentro da programação dos 55 anos de Nonoai, tem como parceiros a Prefeitura Municipal e o Conselho de Pastores de Nonoai e Região.
Fonte:Portal Nonoai
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Governo faz mutirão para posse de 961 professores

Nesta quinta e sexta-feira (5 e 6), a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) fará mutirão para empossar 961 professores aprovados no concurso do magistério. No momento da posse, os docentes serão designados para a escola onde lecionarão, entrando em exercício imediatamente.
Os nomeados já estão em processo de entrega de documentação junto à Seduc e de realização da avaliação médica e psicológica no Departamento de Pericia Médica e Saúde do Trabalhador (Dmest) da Secretaria de Administração e Recursos Humanos (Sarh). A entrega da documentação e a perícia são condições indispensáveis para a posse.
Com mais este mutirão, o número de aprovados no concurso do magistério de 2013 em atividade na rede estadual chegará a 2.861. As nomeações abrangem as 30 Coordenadorias Regionais de Educação (CREs). Participam do mutirão, além da Seduc e da Sarh, a Cia. de Processamento de Dados do Rio Grande do Sul (Procergs) e a Casa Civil.
Texto: Assessoria Seduc
Postado por:Elisete Bohrer

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Caravana da Anistia

Na sexta-feira, 13-06, nas dependências do Salão Paroquial, Ronda Alta recebe a 85ª Caravana da Anistia que comemora as lutas do acampamento Encruzilhada Natalino, organizada pelos trabalhadores sem terra que colaboraram com a fundação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e seus lutadores. Essas pessoas enfrentaram a ditadura militar na tentativa de transformar o Brasil em um país mais igualitário para que todas as pessoas tenham os direitos humanos garantidos e possam viver de forma digna. Na oportunidade serão julgados os processos de anistia política de Padre Arnildo Fritzen, Angelin Antônio Campingotto, Zolmir Antônio Calegari, Inês Calegari, Ivete Vieira, Maria Salete Campingotto e Miguel Gonçalves Vieira. As caravanas atuam em todo o país, desde 2008, no julgamento de processos de vítimas da violência da ditadura.

A programação para o dia 13-06 é a seguinte:
9h - Inauguração do monumento em memória aos perseguidos políticos do acampamento Encruzilhada Natalino. Na Praça Mose Míssio.
10h - Exibição do filme "Ainda hoje existem perseguidos políticos" (Acesso/Catarse 2013 - projeto Marcas da Memória).
11h - Debates / Intervalo para o almoço
13h - Sessão de abertura da Caravana com a presença de autoridades.
13:30h - Mística e sessão de homenagens aos acampados da Encruzilhada Natalino e as entidades que apoiaram o movimento.
14h- Sessão de julgamento do processo de anistia política do Padre Arnildo Fritzen e de camponeses que foram perseguidos pela ditadura militar na Encruzilhada Natalino.
18h- Encerramento.
Informações: Jornal Folha da Produção
Postado por:Elisete Bohrer


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Dia do Meio Ambiente e Ecologia

No dia 05 de junho comemora-se o Dia do Meio Ambiente.

A criação da data foi em 1972, em virtude de um encontro promovido pela ONU (Organização das Nações Unidas), a fim de tratar de assuntos ambientais, que englobam o planeta, mais conhecido como conferência das Nações Unidas.

A conferência reuniu 113 países, além de 250 organizações não governamentais, em que a pauta principal abordava a degradação que o homem tem causado ao meio ambiente e os riscos para sua sobrevivência, de tal modo que a diversidade biológica deveria ser preservada acima de qualquer possibilidade.

Nessa reunião, criaram-se vários documentos relacionados às questões ambientais, bem como um plano para traçar as ações da humanidade e dos governantes diante do problema.

A importância da data está relacionada às discussões que se abrem sobre a poluição do ar, do solo e da água; desmatamento; diminuição da biodiversidade e da água potável ao consumo humano, destruição da camada de ozônio, destruição das espécies vegetais e das florestas, extinção de animais, dentre outros.

A partir de 1974, o Brasil iniciou um trabalho de preservação ambiental, através da Secretaria Especial do Meio Ambiente, para levar à população informações acerca das responsabilidades de cada um diante da natureza.

Mas em face da vida moderna, os prejuízos ainda estão maiores. Uma enorme quantidade de lixos é descartada todos os dias, como sacos, copos e garrafas de plástico, latas de alumínio, vidros em geral, papéis e papelões, causando a destruição da natureza e a morte de várias espécies de animais.

A política de reaproveitamento do lixo ainda é muito fraca, em várias localidades ainda não há coleta seletiva; o que aumenta a poluição, pois vários tipos de lixos tóxicos, como pilhas e baterias são descartados de qualquer forma, levando a absorção dos mesmos pelo solo e a contaminação dos lençóis subterrâneos de água.

É importante que a população seja conscientizada dos males causados pela poluição do meio ambiente, assim como de políticas que revertam tal situação.

E cada um pode cumprir com o seu papel de cidadão, não jogando lixo nas ruas, usando menos produtos descartáveis e evitando sair de carro todos os dias. Se cada um fizer a sua parte, o mundo será transformado e as gerações futuras viverão sem riscos.

Por Jussara de Barros

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Três Palmeiras – Prefeitura adquire uma escavadeira hidráulica

Na última semana  foi entregue oficialmente uma escavadeira hidráulica ( Draga)  adquirida pelo Município de Três Palmeiras  através de  proposta voluntária e com uma contrapartida do município no valor de R$ 329.00,00.Este novo equipamento adquirido  prestará uma série de serviços,  que visa  beneficiar  muitos agricultores trespalmeirense.











 Por:Elisete Bohrer




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Regulação da mídia não é censura

Desinformar é a estratégia de boa parte da mídia quando se trata de discutir seu próprio funcionamento. Ao falar de regulação, vigora discurso propositadamente parcial e distorcido

  Recentemente, a presidenta Dilma Rousseff, pré-candidata à reeleição pelo PT, declarou que, se eleita, enfrentará o debate acerca da regulação dos meios de comunicação. A afirmação causou furor na mídia comercial, que não perde oportunidades para alimentar a versão de que há um plano da esquerda para controlar a mídia e impedir críticas ao governo. O candidato da oposição, Aécio Neves (PSDB), também se apressou a reafirmar “o PT quer censurar a imprensa”.
Neste momento, quanto mais confuso for o debate sobre o tema, menos resultados ele produzirá. Assim, alguns veículos empenham-se em embaralhar as informações de forma sofisticada; outros omitem do público informações relevantes sobre o tema; outros, ainda, divulgam o dito pelo não dito. O esforço é um só: manter inalterada a atual situação de concentração econômica e de ausência de diversidade e pluralidade na mídia brasileira.
Tendo em vista esta ostensiva operação para interditar um debate direto e transparente sobre a regulação da mídia (ação corrente que, essa sim, caracteriza prática de censura), vamos aos fatos, numa tentativa de desfazer o labirinto construído em torno do assunto.
Em primeiro lugar, é preciso lembrar que a radiodifusão é, assim como a energia, o transporte e a saúde, um serviço público que, para ser prestado com base no interesse público, requer regras para o seu funcionamento. No caso das emissoras de rádio e TV, a existência dessas regras se mostra fundamental em função do impacto social que têm as ações dos meios de comunicação de massa, espaço central para a veiculação de informações, difusão de culturas, formação de valores e da opinião pública.
Lembram os teóricos que a necessidade ou não de regulação de qualquer setor e a intensidade e o formato dessa regulação estão condicionadas justamente ao poder potencial que tal setor tem para mudar as preferências da sociedade e dos governantes. Assim, quanto maior o poder de um determinado setor e o desequilíbrio democrático provocado, maiores a necessidade e a intensidade de regulação por parte do Estado.
Portanto, à medida que, ao longo da história, crescem a presença e influência dos meios de comunicação de massa sobre a sociedade, aumenta a necessidade de o Estado regular este poder. Não para definir o que as emissoras podem ou não podem dizer, mas para garantir condições mínimas de operação do serviço de forma a manter o interesse público – e não o lucro das empresas – em primeiro lugar.
Vale lembrar também que, além de um serviço público, a comunicação eletrônica representa um setor econômico dos mais importantes do país. Assim como outros, precisa do estabelecimento de regras econômicas para o seu funcionamento, de modo a coibir a formação de oligopólios ou de um monopólio num setor estratégico para qualquer nação.
Por fim, o simples estabelecimento de uma regulação da radiodifusão não pode ser tachado de cerceamento da liberdade de imprensa ou então de censura porque é isso o que diz e pede a própria Constituição brasileira de 1988, ao estabelecer princípios que devem ser respeitados pelos canais de rádio e TV.
No entanto, mais de vinte e cinco anos após sua promulgação, nenhum artigo de seu capítulo V, que trata da Comunicação Social, foi regulamentado, deixando um vazio regulatório no setor e permitindo a consolidação de situações que contrariam os princípios ali estabelecidos.

Os efeitos da não regulamentação constitucional são evidentes:

O artigo 220, por exemplo, define que não pode haver monopólio ou oligopólio na comunicação social eletrônica. Hoje, no entanto, uma única emissora controla cerca de 70% do mercado de TV aberta.
O artigo 221 define que a produção regional e independente devem ser estimuladas. No entanto, 98% de toda produção de TV no país é feita no eixo Rio-São Paulo pelas próprias emissoras de radiodifusão, e não por produtoras independentes.
Já o artigo 223 define que o sistema de comunicação no país deve respeitar a complementaridade entre os setores de comunicação pública, privada e estatal. No entanto, a imensa maioria do espectro de radiodifusão é ocupada por canais privados com fins lucrativos. Ao mesmo tempo, as 5.000 rádios comunitárias autorizadas no país são proibidas de operar com potência superior a 25 watts, enquanto uma única rádio comercial privada chega a operar em potências superiores a 400.000 watts. Uma conta simples revela o evidente desequilíbrio entre os setores.
Por fim, o artigo 54 determina que deputados e senadores não podem ser donos de concessionárias de serviço público. No entanto, a família Sarney, os senadores Fernando Collor, Agripino Maia e Edson Lobão Filho, entre tantos outros parlamentares, controlam inúmeros canais em seus estados. Sem uma lei que regulamente tal artigo, ele – como os demais da Constituição – torna-se letra morta e o poder político segue promiscuamente ligado ao poder midiático.
Regular os meios de comunicação de massa neste sentido está longe, portanto, de estabelecer práticas de censura da mídia. Trata-se de uma exigência constitucional de definir regras concretas para o funcionamento destes veículos no sentido de atender aos objetivos definidos pela sociedade em sua carta maior.
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