sexta-feira, 10 de maio de 2019

Jornal da Liberdade Edição 2231 de 10-05-2019

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Polícia Civil do Rio Grande do Sul terá Divisão de Combate à Corrupção até o final de julho


Novo órgão terá como foco a investigação de crimes contra ordem tributária e contra a administração pública

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul terá uma Divisão de Combate à Corrupção (DCCOR) até o final de julho deste ano. A expectativa é do diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil, delegado Sander Cajal. O novo órgão será comandado pelo delegado Marcus Vinicius da Silva Viafore e terá como foco a investigação de crimes contra a ordem tributária e contra a administração pública. Segundo ele, o organização manterá a Delegacia de Lavagem de Dinheiro, chefiada pelo delegado Marcus Viafore, e contará também outras três DPs. “É sabido que os crimes de corrupção, em sua boa parte, envolvem ocultação e dissimulação do patrimônio ilícito obtido”, observou.

A 1ª Delegacia de Combate à Corrupção (1ª DECOR) será coordenada pelo delegado Max Otto Ritter e a 2ª Delegacia de Combate à Corrupção (2ª DECOR) ficará a cargo do delegado Vinicios Batista do Valle. Já a 3ª Delegacia de Combate à Corrupção não será ativada em um primeiro momento. A montagem das equipes é decorrente de remanejamento interno do Deic. “Pretende-se intensificar a repressão aos crimes contra a administração pública e ordem tributária não só aumentando o número de delegacias especializadas, mas também aliando as investigações de corrupção e lavagem de dinheiro dentro de uma mesma estrutura administrativa, visando a responsabilizar criminalmente quem pratica esses delitos e descapitalizar as organizações criminosas que causam prejuízos aos cofres públicos”, resumiu.

Sander Cajal justificou a necessidade de ampliar o trabalho nessa área até então realizado pela Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes contra a Administração Pública e Ordem Tributária, que deixará de existir. Ele lembrou que a atuação da nova estrutura abrangerá todos os 497 municípios e contemplará um total de 1.259 órgãos públicos entre autarquias municipais e estaduais, empresas públicas e sociedades de economia mista, entre outros.

“Isso sem contar o número de contribuintes que recolhem tributos municipais e estaduais, passíveis de fiscalização. Daí a necessidade de instrumentalizar a Polícia Civil com o maior número de agentes e delegados a fim de reprimir esta criminalidade que possa de alguma forma causar lesão ao erário”, afirmou. “Entre os anos de 2016 e 2017, o número de instaurações de inquéritos policiais aumentou em três vezes, passando de 31 para 90 casos. Acredita-se que ainda haja uma demanda reprimida com relação a este tipo de delito, o que poderá ser mitigado nos próximos anos a partir da criação da DCCOR”, acrescentou.

De acordo com o diretor do Deic, a ideia é que a DCCOR tenha “atribuição concorrente nos crimes de corrupção e de lavagem de dinheiro com as demais delegacias do Interior, compartilhando informações de modo ainda mais efetivo”. Sobre as dificuldades nas investigações de crimes contra ordem tributário e contra a administração pública, Sander Cajal entende que tratam-se de “delitos normalmente praticados de forma mais sofisticada, às escondidas, muitas vezes contando com o silêncio daqueles que circundam o poder, seja por medo ou por interesse”.

Fonte: Correio do Povo
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Para antecipar doações, governo do RS lança Campanha do Agasalho 2019

Defesa Civil coordenará o sistema de distribuição das roupas doadas em parceria com prefeituras

A Campanha do Agasalho chega mais cedo neste ano para o frio não pegar ninguém de surpresa. A iniciativa foi lançada às 15h desta quinta-feira, dia 9 de maio – cerca de um mês antes de edições anteriores. É uma ação transversal das secretarias de Comunicação, Trabalho e Assistência Social e da Defesa Civil.

O governador Eduardo Leite fará o lançamento, no Palácio Piratini, acompanhado das secretárias Tânia Moreira (Comunicação) e Regina Becker (Trabalho e Assistência Social) e do coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Júlio César Rocha Lopes

A ideia é sensibilizar a população para o tema e orientar para as condições em que as roupas devem ser entregues. É importante que as peças estejam limpas e em boas condições de uso. Todos os tipos de roupa podem ser doados, mas peças para crianças e bebês são as mais necessárias, porque a demanda é elevada, e o volume de doações costuma ser pequeno. Cobertores são bem-vindos, além de alimentos não perecíveis e cestas básicas.

Quem quiser ajudar terá várias opções de pontos de coleta. As doações podem ser feitas em todos os quartéis da Brigada Militar e do Corpo de Bombeiros, na Central de Doações do Estado, que fica no Centro Administrativo, em Porto Alegre, nas nove coordenadorias regionais da Defesa Civil (Porto Alegre, Santa Maria, Pelotas, Santo Ângelo, Uruguaiana, Frederico Westphalen, Lajeado, Caxias do Sul e Passo Fundo), em 36 lojas Zaffari, 700 unidades das farmácias São João e 66 unidades do Sesc no Estado.

A Defesa Civil coordenará o sistema de distribuição das roupas em parceria com prefeituras. As primeiras-damas das cidades, que participaram do evento de abertura, vão ajudar a articular as entregas no interior.

Outra novidade da edição 2019 da campanha é a parceria com o aplicativo 99 Pop. Quem quiser doar e não tiver como levar as roupas ou alimentos até um posto de coleta pode chamar um carro pelo serviço de viagens particulares, usar o código “agasalho99” e ganhar desconto de 20% nas corridas de ida e volta até o local de entrega da doação.

Após triagem e organização das doações, as peças serão encaminhadas para vítimas de desastres naturais, instituições beneficentes e famílias carentes. Também são beneficiadas ao longo do ano ONGs, Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), casas de passagem, instituições religiosas que fazem serviço assistencial, asilos e instituições que acolhem menores em situação de vulnerabilidade social.

Depois de a Defesa Civil receber as solicitações, a demanda é repassada para a Central de Doações do Estado, que verifica se os itens estão disponíveis em estoque e agenda a entrega para municípios ou entidades assistenciais. Não existe um cadastro específico para receber as doações.

Para mais informações sobre a campanha e as doações, basta entrar contato pelos telefones (51) 3288-6781 e (51) 3212-2675.

Os parceiros da Campanha do Agasalho 2019 são 99 Pop, Zaffari, Farmácias São João, Sesc, Sindilojas e Sindifisco.

Fonte: AuOnline
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117 - 10 MAIO, SEXTA QUE ANTECEDE O DIA DAS MÃES - O VALOR DE MÃE

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Fim de semana do Dia das Mães terá Operação Viagem Segura nas estradas

Ação nas rodovias será reforçada entre a sexta-feira (10/5) e a meia-noite de domingo (12/5)

O fim de semana do Dia das Mães é uma das datas mais violentas no trânsito, infelizmente. Buscando conscientizar as pessoas de que o melhor presente para uma mãe é saber que o seu filho está bem, as autoridades de trânsito se preparam para a 103ª Operação Viagem Segura, que terá início à zero hora desta sexta-feira (10/5) e se estenderá até a meia-noite de domingo (12/5).

Na operação do Dia das Mães do ano passado, foram registradas 16 mortes nos três dias (5,33/dia). A pior média histórica foi em 2013, quando houve 40 vítimas fatais (13,3/dia). A análise estatística dos feriados e datas comemorativas de 2007 a 2018 aponta que o fim de semana de Dia das Mães (incluindo a sexta-feira, quando há intenso deslocamento) tem a pior média de mortes por dia (8,33), bem acima do índice geral de feriados (6,41).

Ainda considerando o período 2007-2018, a maioria das ocorrências foi no domingo, e o turno da noite concentrou o maior número de óbitos (40,1%). Quanto aos locais em que ocorreram os acidentes fatais, os municípios com maior número de registro são Porto Alegre (19), Pelotas (8), Passo Fundo (6) e Canoas (5). As rodovias que tiveram maior número de vítimas foram BR-116, BR-386, RSC-287 e RSC-324.

A diretora institucional do DetranRS, Diza Gonzaga, ressalta que são muitas as mães esperando pela visita de seus filhos neste feriado. "O trânsito não pode ser um impedimento para o reencontro entre pessoas que se amam. Dirija com prudência e exerça empatia em relação àqueles que compartilham a via com você”, afirma.

Campanha de mídia

A campanha “A escolha é sua”, assinada pela Operação Viagem Segura, retorna nesta quinta (9/5) e se estende até domingo (12/5), na televisão, em rádios e nas redes sociais. A campanha é intermitente e será retomada na véspera de todos os feriados do ano.

Ação educativa na rodoviária

Na tarde da sexta-feira (10/5), servidores do DetranRS, PRF, ANTT e EPTC, acompanhados de integrantes do Lions Club e do Instituto da Mama, realizam ação educativa na estação rodoviária de Porto Alegre, alertando para a importância e obrigatoriedade da utilização do cinto de segurança também em ônibus.

Sobre a Viagem Segura

Com sete anos completados em novembro passado, a Operação tem como principais parceiros Polícia Rodoviária Federal (PRF), Brigada Militar e Comando Rodoviário da BM (CRBM), DetranRS e Polícia Civil. Também colaboram órgãos de trânsito municipais (EPTC), ANTT, Dnit, Cetran/RS, Daer, EGR, Famurs, além de representantes da sociedade, como Lions Club e o Instituto Zero Acidente.

Nas suas 102 edições anteriores, a operação somou mais de 5,62 milhões de veículos fiscalizados e 250,3 mil testes de etilômetro aplicados. Foram registradas mais de um milhão de infrações, sendo mais de 21,1 mil autuações por embriaguez, incluindo as recusas ao teste do bafômetro. A fiscalização também recolheu mais de 94,7 mil veículos e 26,8 mil carteiras de habilitação irregulares.

Fonte: AuOnline
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Mais de 2 milhões ainda não sacaram abono salarial ano-base 2017

Valor a ser retirado totaliza R$ 1,53 bilhão

A menos de dois meses para o fim do prazo, cerca de 2,34 milhões de trabalhadores que recebem até dois salários mínimos não sacaram o abono salarial ano-base de 2017. O prazo para a retirada acaba em 28 de junho. Quem não tiver feito o saque perderá o direito ao benefício.

Segundo a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, o montante ainda não sacado soma R$ 1,53 bilhão. Os trabalhadores que não retiraram o benefício equivalem a 9,49% do total.

A maior parte dos benefícios não sacados está na Região Nordeste, onde 642.074 trabalhadores ainda não retiraram o abono. No entanto, o estado com o maior volume de esquecimentos é o Rio Grande do Sul, com 584,1 mil benefícios não retirados.

Tem direito ao abono salarial quem estava inscrito no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos e trabalhou com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2017, recebendo até dois salários mínimos. Além disso, é preciso que os dados do trabalhador tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Os empregados da iniciativa privada sacam o abono do PIS nas agências da Caixa Econômica Federal. Os servidores públicos e empregados de estatais devem fazer a retirada em qualquer agência do Banco do Brasil. O abono salarial ano-base 2017 começou a ser pago em 26 de julho de 2018.

O valor a que cada pessoa tem direito depende do tempo trabalhado formalmente no ano-base. Quem trabalhou por apenas 30 dias em 2017 pode sacar o valor mínimo, que é de R$ 84, o equivalente a 1/12 do salário mínimo. A quantia sobe 1/12 por mês trabalhado até atingir um salário mínimo (R$ 998), para quem trabalhou durante todo o ano.

Fonte: AuOnline
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Perícia aponta que assaltante de banco morreu por doença enquanto fugia da polícia em Porto Xavier

A análise inicial de técnicos do Instituto-Geral de Perícias (IGP) confirmou que Alexandre Pacheco da Silva, 44 anos, o segundo assaltante encontrado morto após o roubo ao Banco do Brasil de Porto Xavier, não foi atingido por tiros. O cadáver foi encontrado na quarta-feira (8) por um agricultor na área rural entre os municípios de Campina das Missões e Porto Lucena. O corpo estava com a cabeça reclinada em uma mochila carregada de dinheiro e com as mãos em um fuzil.

Com isso, a principal possibilidade de causa da morte gira em torno de doenças que o criminoso tinha desde antes de participar do roubo e não da morte em confronto, como se acreditava inicialmente. Segundo familiares, Silva era diabético e apresentava quadro grave de bronquite. A suspeita de policiais é de que ele não tenha resistido a tantos dias sem insulina, agravando as outras enfermidades.

— Ficamos curiosos: como é que ele morreu sem nenhum tiro? Aí a informação dos familiares, que fechou corretamente e que ele tinha diabetes, bronquite e já estava mal — informou o delegado Heleno dos Santos.

Silva não estava na lista de suspeitos envolvidos no crime divulgada pela Polícia Civil, mas a investigação não excluía a hipótese da participação de outros criminosos, o que foi confirmado após a identificação feita pelo IGP. Na sua ficha criminal, constam assalto e homicídio.

O suspeito era natural de Gravataí, na Região Metropolitana. Ele respondia a processo por ter participado de outros dois assaltos que também causaram grandes transtornos a regiões do Rio Grande do Sul: os roubos simultâneos em no município de Farroupilha e outro em Triunfo, ambos em 2008.

O criminoso, inclusive, já havia sido preso pela Delegacia de Capturas do Departamento Estadual de Investigações Criminais em Cidreira, no Litoral Norte.

Outros presos Até agora, cinco suspeitos foram presos e dois encontrados mortos. Um dos capturados é policial militar da reserva e teria organizado e auxiliado na logística do roubo. O soldado da BM Fabiano Heck Lunkes, 34 anos, morreu após o roubo, ao ser atingido durante um tiroteio no cerco.

GaúchaZH confirmou que R$ 1,1 milhão foi levado da agência.

Fonte: RS Agora
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