domingo, 8 de fevereiro de 2015

Ronda Alta - Trágico acidente na ERS 324 tira a vida de jovem Rondaltense.

Na manhã de domingo(08) as 05,20 h, na ERS 324 um veículo Ford placas ILP 9315 que se deslocava sentido Três Palmeiras – Ronda Alta ao entrar na curva não se sabem as causas perdeu o controle do veículo, vindo a capotar na pista contrária, o condutor Bruno Foschiera Trombetta 21 anos, teve óbito no local.
A Brigada Militar de Ronda Alta, Policia Rodoviária de Nonoai e a SAMU de Ronda Alta estão no local , onde esperam o Departamento de Perícia da Policia Civil para a liberação do corpo.











 Fonte: CROGERIOMACHADO








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Ametista do Sul - Acidente de trânsito envolve viatura da Brigada Militar no centro do município

Dois policiais militares que realizavam patrulhamento em Ametista do Sul foram surpreendidos por um acidente de trânsito no início da noite deste sábado, 07. Um acidente que deixou danos materiais, envolvendo uma viatura da Brigada Militar ocorreu no centro da cidade, por volta das 20h20min.
De acordo com o registro policial, a viatura da Brigada Militar, uma Ranger, trafegava pela Rua Rui Barboza, quando, os policiais se depararam com o condutor de um veículo Voyage preto placas de Ametista do Sul realizando manobras perigosas “cavalo de pau" em uma rótula, na esquina da Rua Rui Barboza com a Avenida Brasil, próximo a Câmara Municipal de Vereadores.
Conforme os policiais, o condutor, ao realizar uma segunda manobra, perdeu o controle do carro e se chocou no lado direito da viatura. O policial que estava no volante da Ranger tentou desviar mas não foi possível evitar a colisão, apesar dos estragos ninguém ficou ferido.
O condutor de iniciais A.T de 23 anos foi encaminhado à delegacia de Polícia Civil, onde foi feito o registro. O motorista responderá por embriaguez ao volante e dano ao patrimônio público.
A Brigada Militar de Planalto também esteve no local do acidente prestando atendimento.


















Fonte:Josias Marques/InFocoRS
Postado por:Elisete Bohrer
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Rio Uruguai sofre com perda de encostas

Desmatamento da mata ciliar e enchentes agravam a situação
A fronteira do Brasil com a Argentina, marcada pelo rio Uruguai, um dos mais importantes da hidrografia do Sul brasileiro, está diferente. A cada ano, o manancial apresenta perda de encostas, vegetação e até ilhas, levadas pela força da água. Parte da população credita o cenário às barragens das hidrelétricas, que seriam responsáveis pela retenção e liberação do recurso hídrico, tornando instável o nível do rio. A medida faz com que o nível fique muito baixo e muito alto, na mesma semana, por exemplo. Os gestores das usinas dizem que é uma ação natural do curso do Uruguai e que as chuvas têm forte participação.
A coordenadora de Ciências Biológica da Universidade Regional Integrada (URI) em Santo Ângelo, Lorete Thomas Flores, diz que a instabilidade do nível das águas dos rios traz prejuízos imensuráveis para flora e fauna. “As barragens têm grande responsabilidade nesse cenário. E os canais que constroem para a piracema, por exemplo, não diminuem as consequências negativas para os rios.” Ela exemplifica com o Salto do Yucumã, no Parque Estadual do Turvo, em Derrubadas. Lembra que em época de cheia, quando as barragens seguram a água da chuva e soltam de uma vez, o nível sobe e, ao voltar ao normal, muitos peixes ficam presos nas pedras e morrem.
Segundo a pesquisadora, o sobe e desce do rio causa também problemas no solo. O assoreamento leva terra para o leito, alterando a profundidade. Árvores nativas que são levadas pelas correntezas e ilhas desmoronadas trazem problemas à fauna. Com a perda da mata, são menos árvores para segurar o solo. Reduzindo a diversidade vegetal, animais de pequeno porte, como invertebrados, anfíbios e fungos, desaparecem. Ela destaca ainda a erosão como grande fator de perda do solo. Lorete afirma ainda que, quando se estuda os impactos das barragens, não há tempo para mensurar todos os danos em longo prazo.
O diretor de Produção da Tractebel Energia, responsável pela Usina Itá, José Carlos Cauduro Minuzzo, diz que os problemas na pesca e assoreamento são de origem natural para qualquer rio que sofra com enchentes e enxurradas após fortes chuvas. “As características da geomorfologia do leito e margens do rio Uruguai são típicas de áreas que recebem vazões significativas ao longo do ano, seja pela deposição de material e formação de ilhas, seja pelo carreamento do material depositado.” Minuzzo destaca que a elevação durante cheias é uma resposta natural, decorrente de chuvas na bacia, já que os reservatórios não são planejados para fazer a regularização para vazões de enchente. “Cabe desmitificar a relação com aberturas de comportas, pois essa ação é só para deixar passar a cheia natural do rio, sendo o controle feito pelas usinas para equilibrar a vazão que chega com a que sai do sistema de reservatórios.”
Segundo a Hidrelétrica Itá, a variação de geração das usinas é uma decisão tomada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico e visa atender à demanda do consumo da população. A Foz do Chapecó Energia informou que opera sua usina em total obediência às determinações do ONS.
Foto: Felipe Dorneles / Especial / CP
Fonte:Correio do Povo
Postado por:Elisete Bohrer
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