De acordo com o Inmet, essas nuvens carregadas de partículas de gelo estão a seis quilômetros da superfície terrestre e indicam a chegada de uma frente fria ou de altos níveis de umidade.
O professor Cláudio Souza Martins, astrônomo, ressaltou que o halo não é um fenômeno muito frequente. Em 61 anos, só viu isso acontecer duas vezes.
É importante proteger os olhos ao olhar para o sol e tentar ver o fenômeno para não prejudicar a retina. Óculos escuros polarizados ou até mesmo exames de raio x podem ser úteis para servir como um anteparo ao olhar para o sol.
Fonte: Portal In Foco
Foto: Josias Marques/InFocoRS
Postado por: Claudinara Glienke
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