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terça-feira, 1 de agosto de 2017

Rio Grande do Sul deve manter zonas eleitorais

A resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), editada pelo ministro Gilmar Mendes há dois meses, orientando que os tribunais regionais eleitorais diminuam o número de zonas eleitorais nos Estados, não deverá atingir o Rio Grande do Sul.

O desembargador Carlos Cini Marchionatti explicou que logo após a publicação da portaria, a ex-presidente do TRE-RS, desembargadora Liselena Schifino Robles, conversou com o ministro Gilmar Mendes, que foi sensível aos argumentos locais e revisou a portaria. Mendes fez ajustes e transformou a portaria em uma resolução. Essa resolução amenizou quase que completamente o assunto, criando critérios e parâmetros, mas que ainda levariam o Rio Grande do Sul a perder 16 zonas eleitorais de um total de 173.

O chefe do Cartório Eleitoral de Nonoai, Rafael Klohs, disse que com a defesa do desembargador Carlos Cini, há uma grande possibilidade de que a Zona local não será fechada. “Estamos muito satisfeitos com a posição do nosso Presidente do TRE – RS que se demonstrou sensível ao apelo das comunidades gaúchas”, enfatizou. Ele também anunciou que no próximo dia 15 de agosto o TRE estará encaminhando ao Ministro Gilmar Mendes toda documentação justificando que, no entender do tribunal, não há necessidade de que seja feito um corte nas zonas eleitorais do Estado.

O desembargador Carlos Cini Marchionatti diz que hoje o Estado está na situação de aumentar as zonais eleitorais, mas admite que não há orçamento para isso.

Contudo, nesta quarta-feira, dia 2 de agosto, os servidores dos Cartórios Eleitorais do Rio Grande do Sul estarão participando de uma mobilização em Porto Alegre no sentido de pedir apoio a Assembleia Legislativa para a permanência das zonas eleitorais.

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