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quinta-feira, 6 de julho de 2017

Inter trabalha pressão sobre o adversário

A temporada já chegou ao seu sétimo mês, mas o Inter ainda não conseguiu montar uma equipe confiável e minimamente organizada. Guto Ferreira, que chegou há 40 dias para ser o segundo técnico do ano, segue fazendo testes tanto no desenho tática quanto na escolha dos 11 titulares. Nessa quarta-feira, ele mexeu mais uma vez no time e deu mostras de que mandará um Inter remodelado para enfrentar o Criciúma, sábado, no Beira-Rio, pela 12ª rodada da Série B.
O treino de ontem pela manhã foi usado por Guto para azeitar a movimentação tática, principalmente no setor ofensivo. Ele treinou também a marcação alta, para tentar roubar a bola do adversário mais próximo do seu gol. Além disso, mexeu no time e observou os rendimentos de Cláudio Winck na lateral direita e de Nico López no ataque, ao lado de Pottker. Ou seja, com relação à formação mostrada no treinamento da véspera, Fabinho e Eduardo Sasha perderam suas vagas.

A principal preocupação de Guto e dos jogadores é encontrar uma forma de furar o bloqueio dos times que invariavelmente jogam no Beira-Rio retrancados. Uendel, eleito para conceder as entrevistas ontem, lembrou que Luiz Carlos Winck, técnico do Criciúma, comandou o Caxias, que impôs muitas dificuldades ao Inter no Gauchão.

“Enfrentamos o Winck com o Caxias e sabemos que será uma equipe fechada aqui. Eles não vão marcar pressão. Vão deixar a gente com a bola, trabalhando e com o domínio do jogo para buscar o contra-ataque. Vão tentar fazer o tempo passar para que o nervosismo entre em campo e nos atrapalhe”, enfatizou.

O esquema, pelo menos contra o Criciúma, deve ser um 4-4-2 tradicional, com um losango no meio-campo. Neste caso, Dourado seria o jogador mais defensivo do setor, e D’Alessandro, o mais ofensivo. A defesa teria, além de Winck e Uendel, Klaus e Victor Cuesta, que retorna após recuperar-se de lesão. “Todas as equipes vieram jogar aqui no Beira-Rio fechadas. Então, encontramos dificuldades. Por isso, estamos procurando alternativas para sair com um pouco mais de força para o ataque. Os últimos jogos foram muito complicados. A bola tem que chegar um pouco mais redonda na frente”, segue Uendel.

Fonte: Correio do Povo

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