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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Obra de recuperação transforma buracos em 'lombadas' na ERS-135, no Norte do Rio Grande do Sul

Trecho afetado pelos problemas no asfalto (Foto: Reprodução/RBS TV)
Uma obra finalizada no começo do ano para a recuperação de um trecho da ERS-135, principal ligação entre Erechim e Passo Fundo, no Norte do Rio Grande do Sul, transformou os buracos em lombadas, conforme relatam os motoristas que usam a via. No domingo (25) o secretário estadual de Transportes, Pedro Westphalen, esteve no local e prometeu dar atenção à estrada.

O trecho afetado tem extensão de 20 km. Nos locais onde havia buracos, surgiu uma grossa camada de asfalto, que só mudou o problema. "Inverteram os buracos e fizeram lombada, daí complicou mais ainda", afirma o caminhoneiro Valmir Maté.

Diariamente passam 10 mil veículos pela rodovia, que é uma das principais vias de escoamento de produtos para Santa Catarina.

Foram investidos R$ 3 milhões para a recuperação da via. A obra foi concluída no início do ano, mas seis meses depois, parece que a recuperação não foi realizada.
Asfalto com problemas na rodovia (Foto: Reprodução/RBS TV)


"Faz pouco tempo que foi feito tudo. Não sei o que houve, se o asfalto não é bom, alguma coisa tem que ser feita urgentemente", afirma o motorista Alcione Levinski, temendo pelo risco de acidentes.

O trecho de 80 km é de responsabilidade da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), e o pedágio cobrado é de R$ 3,60.

"Pedágio que tu pagas, e que tu não aproveita na estrada, na verdade. Estrada em péssimas condições", critica o bancário Rodrigo Picoli.

A EGR diz que durante a obra foram encontrados problemas na base da rodovia, e na qualidade do asfalto. Em março foi lançado um edital para a compra de material mais resistente, mas até agora as obras de recuperação ainda não começaram.

No domingo (25), o secretário estadual de Transportes, Pedro Westphalen, assumiu o compromisso de resolver o problema na ERS-135.

"Hoje, realmente, esse trecho está muito ruim. É injustificável. Nós vamos ver quais são as questões que precisam ser levadas, técnicas e estruturais, o que precisa ser investido, e o estado vai fazer isso. Não dei prazo, nem como fazer isso, porque não sei ainda a dimensão do problema", explicou Westphalen.

Fonte:G1RS

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