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sexta-feira, 5 de maio de 2017

Correios vão realizar novo concurso público; Iades será a organizadora

Os Correios escolheram o Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades) para organizar seu próximo concurso. O extrato de dispensa de licitação foi divulgado no “Diário Oficial da União”.

O concurso será para as áreas de saúde, segurança e engenharia para os cargos de auxiliar de enfermagem do trabalho júnior, técnico de segurança do trabalho júnior, enfermeiro do trabalho júnior, engenheiro de segurança do trabalho júnior e médico do trabalho júnior. O número de vagas e salários não foram divulgados.

Ainda não há previsão do prazo para a publicação do edital.

Em julho de 2015, o órgão tinha previsto a realização de concurso para 2 mil vagas e formação de cadastro de reserva para as atividades de carteiro e operador de triagem e transbordo (OTT). Mas, a seleção foi cancelada no mesmo ano, após o anúncio da suspensão de concursos na esfera federal para garantir a meta de superávit primário de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2016.

Crise

Os Correios enfrentam uma severa crise econômica e medidas para reduzir gastos e melhorar a lucratividade da estatal estão em pauta. Atualmente, a categoria está em greve por tempo indeterminado e assembleias são realizadas em busca de um acordo.

Nos últimos dois anos, a estatal apresentou prejuízos que somam, aproximadamente, R$ 4 bilhões. Desse total, 65% correspondem a despesas de pessoal.

Em 2016, os Correios anunciaram um Programa de Demissão Incentivada (PDI) e pretendia atingir a meta de 8 mil servidores, mas apenas 5,5 mil aderiram ao programa.

A empresa planeja também fechar cerca de 200 agências neste ano, além de uma série de medidas de redução de custos e de reestruturação da folha de pagamentos. Segundo os Correios, o fechamento dessas agências acontecerá sobretudo nos grandes centros urbanos.

Segundo o presidente dos Correios, Guilherme Campos, a demissão de servidores concursados está na pauta e vem sendo estudada. Segundo ele, os Correios não têm condições de continuar arcando com sua atual folha de pagamento e contratou um estudo para calcular quantos servidores teriam que ser demitidos para que o gasto fosse ajustado.

Fonte:AuOnline

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