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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Produção ofensiva é maior preocupação no Inter

Setor ofensivo é o que ganhará mais atenção até a estreia no Gauchão | Foto: Ricardo Duarte / Inter / Divulgação / CP
Pelo menos em um aspecto, 2017 começou parecido com 2016: o time colorado, atualmente, como no ano passado, sofre barbaridade para marcar gols. Faltou aptidão ofensiva e articulação no meio-campo nos dois trabalhos mais parecidos com um jogo realizados até agora. Tanto que o próprio Antônio Carlos Zago admite a preocupação com o desempenho ofensivo.
Após a derrota no jogo-treino contra o Tubarão, que teve quatro tempos de 30 minutos cada, por 2 a 1, Zago fez menção ao fato de o clube ter trocado muitas vezes de técnico no último ano. Também lembrou que o time atravessa uma fase de instabilidade emocional, cuja origem remonta aos fracassos de 2016 e só será superada quando as vitórias dentro de campo aparecerem.
“Precisamos dar uma prioridade para a defesa. Nos últimos treinos, conseguimos trabalhar alguma coisa da parte ofensiva, mas ainda foi pouco. É preciso melhorar essa parte”, confirma.
Arrumar atalhos para o Inter chegar ao gol adversário é a principal preocupação de Zago nesses últimos dias antes da estreia do time colorado nas competições oficiais. Domingo, o Inter pega o Veranópolis pelo Gauchão, fora de casa. Apenas três dias depois, joga contra o Brasil de Pelotas, pela Primeira Liga, no Beira-Rio. Ou seja, o tempo para ajustes é escasso. “Trabalhando mais algumas coisinhas, podemos começar o Gauchão com o pé direito”, afirmou Zago.
Após dez dias de trabalho na pré-temporada em Viamão, os jogadores ganharam folga nessa quarta-feira. Os treinos recomeçam hoje.

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