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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Economista recomenda primeiro quitar dívidas antes de pensar em investir FGTS das contas inativas

O governo federal anunciou em dezembro que a população poderá sacar recursos de contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). O saque só deve ser liberado em março, sem limite de valores. Muitas pessoas se perguntam o que fazer com este dinheiro extra e inesperado.
O economista e professor de economia da UPF, Julcemar Zilli, lembrou que a proposta inicial do governo é que o trabalhador quite as dívidas. O trabalhador deve avaliar sua situação e, se possível, quitar contas que estão com juro, atrasadas ou até mesmo financiamentos. Para quem não está com dívidas é possível investir para obter rendimentos, seja na Poupança, que é a forma mais simples, ou em compra de títulos do Tesouro, que rendem juros superiores. Para o economista, estes recursos devem movimentar a economia de forma visível, já que a maioria dos saldos das contas inativas fica na faixa de um salário mínimo.
As contas inativas, porém, não possuem saldo para todos os trabalhadores. Quando cada pessoa entra em uma empresa é também criada uma conta de FGTS. Quando o trabalhador sai desta empresa e não saca o valor, pedindo demissão ou sendo demitido por justa causa, por exemplo, a conta é fechada, mas o saldo permanece, criando assim o chamado saldo da conta inativa.
Os saques são para estas contas e não para as que estão em aberto pela empresa atual do trabalhador. Para conferir se possui conta inativa, o trabalhador tem alternativas, como acessar o site da Caixa Econômica Federal (www.caixa.gov.br) ou o do FGTS (www.fgts.gov.br), ou ir a uma agência do Banco. É preciso informar o número do PIS e, para quem for ao banco, documento de identificação.

Fonte:RádioUirapuru

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